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Archive for Maio 2010

Conferência Pentecostal na Região Nordeste começa dia 03


 Natal receberá também Escola Bíblica Nacional e Congresso Nacional Feminino


A Assembleia de Deus em Natal (RN), liderada pelo pastor Raimundo João de Santana, receberá simultaneamente, entre os dias 03 e 05 de junho, três grandes eventos que celebram o Centenário da Assembleia de Deus no Brasil: A Conferência Pentecostal da Região Nordeste, a 3ª Escola Bíblica Nacional da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e o Congresso Nacional Feminino da Assembleia de Deus.

A Escola Bíblica Nacional acontece no templo-central e o Congresso Feminino da União de Esposas de Ministros das ADs no Brasil (Unemad), liderada pela irmã Wanda Freire Costa, será realizado em um hotel da cidade. Os dois eventos acontecem paralelamente nas manhãs e tardes de sexta e sábado.

As reuniões do Congresso Feminino terão o tema baseado em João 12:3: Deus na vida da mulher, 100 anos de adoração. Os preletores são a irmã Wanda Freire (SP), a irmã Lea Freire (Campinas), o pastor Joel Freire (USA), a psicóloga Sônia Pires (SP) e as irmãs Samira Santos (RN) e Jacira Ferraz (RJ).

As noites dos três dias serão dedicadas à Conferência Pentecostal. Essas reuniões ocorrerão no chamado Espaço Natal. O espaço é ideal para abrigar a multidão de pentecostais que virá a Natal para adorar a Deus e celebrar o Centenário da Assembleia de Deus.

Alguns dos preletores confirmados da Conferência Pentecostal e da Escola Bíblica Nacional são os pastores José Wellington Bezerra da Costa (SP), presidente da CGADB; José Satírio dos Santos (Colômbia); Raul Cavalcanti (MA); Josué Brandão (BA); Elienai Cabral (DF); João Martins (MS) e João Maria Hermel (RS).

Pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, destaca a expectativa para a festa em Natal. “Com a ajuda de Deus, estaremos reunidos na bela cidade de natal para anunciar ao povo daquela região que Jesus Cristo é o Salvador e que em breve Ele virá para buscar a Sua amada Igreja”, enfatiza o líder.

Segundo o pastor Raimundo João de Santana, líder da AD potiguar, toda a igreja no Estado está mobilizada e na expectativa da realização dos eventos. “É com muita alegria e entusiasmo que receberemos crentes de todo o Brasil, em particular do Nordeste, para juntos celebrarmos ao Senhor. Serão três eventos de grande envergadura”, enfatiza o líder potiguar.

Para a irmã Wanda Freire Costa, o Congresso Feminino é mais uma oportunidade de unir mulheres de todo o Brasil para momentos de confraternização e busca de crescimento espiritual. “Convoco a todas as esposas de obreiros para que estejam conosco nesses dias em que, tenho certeza, Deus fará maravilhas em nosso meio. Serão momentos de alegria por podermos nos reencontrar e também por buscarmos mais do Senhor para nossas vidas, nossas famílias e o ministério de nossos esposos”, declara irmã Wanda.

Fonte: Redação CPADNews

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Lição 10 - O VALOR DA TEMPERANÇA

  

Texto Áureo: Ef. 5.18 - Leitura Bíblica em Classe: Jr. 35.1-5,8,18,19.


Objetivo: Ressaltar a relevância da temperança para a igreja cristã a fim de que seus membros não se conduzam pela concupiscência da carne.

INTRODUÇÃO
 
Os seres humanos vivem sob a esfera do desejo. Há quem diga que a forma de vencer a tentação é, ao invés de resistir, entregar-se. O ensinamento bíblico, no entanto, instrui à temperança. Na lição de hoje, a partir do exemplo dos recabitas, estudaremos sobre a importância da temperança. Ao final, enfatizaremos a relevância desse ensinamento e dessa prática na vivência da igreja cristã.

1. A ORIGEM DOS RECABITAS
 
O capítulo 35 de Jeremias relata o acontecimento do reinando de Jeoaquim. Nesse período, entre 599 e 597 a. C., Jeremias testa a fidelidade dos recabitas, uma comunidade religiosa, cujo fundador havia sido Jeonadabe ben Recabe (II Rs. 10.15-31), que participara ativamente da destruição da família de Acaba (por volta de 840 a. C.) e do massacre contra os profetas de Baal. Os recabitas eram queneus (Jz. 1.16; I Cr. 2.55), e provavelmente, habitavam como nômades no deserto (I Sm. 15.6). Nos tempos de Jeremias eles habitavam as montanhas de Judá. O modo de vida deles, conforme imposto pelo seu pai Jonadabe, proibia a habitação em casas ou fazendas e a produção e o consumo de vinho. Destacamos, porém, que esse estilo de vida não havia sido imposto por Deus, mas pelos antepassados. Se as práticas dos recabitas eram certas ou erradas não vem ao caso na lição de hoje. Nem mesmo a posição de Jeremias, ao incitá-los ao consumo de vinho, sendo esse um recurso didático, isto é, uma lição que o profeta pretendia dar ao povo de Israel, através do exemplo dos recabitas. Lição essa que pode muito bem ser aplicada aos cristãos, a fim de que esses exercitem a prática espiritual da temperança.

2. RECABITAS, UM EXEMPLO DE TEMPERANÇA.
 
Ainda que não fosse proibido o consumo de vinho entre os judeus na época de Jeremias, os recabitas, em obediência ao seus antecipados, não aceitaram a proposta do profeta: “Mas habitamos em tendas, e assim obedecemos e fazemos conforme tudo quanto nos ordenou Jonadabe, nosso pai” (Jr. 35.10). Os princípios desses homens foram reconhecidos e recompensados pelo Senhor, pois serviram de instrução para os habitantes de Judá daquele tempo (Jr. 35.18,19). Isso porque a atitude dos recabitas deveria servir de exemplo para os líderes de Judá. Se o mandamento de um homem, Jeonadabe, era respeitado e obedecido pela sua família, por mais de duzentos anos, porque o povo de Judá não fazia o mesmo em relação aos princípios do Altíssimo? Se as palavras de homens eram colocadas em tal patamar, por que não as palavras do Senhor, expressas pelos profetas repetidamente? A dedicação que determinadas pessoas têm pelas tradições familiares, e mesmo por suas religiosidades, devem servir de reflexão para os cristãos, a fim de que esses possam atentar para o valor da Eterna Palavra de Deus. Somente para ilustrar, no filme Carruagens de Fogo, baseado na história real do missionário escocês Eric Liddell, mostra uma cena na qual o jovem competidor cristão se indispõe a participar de uma corrida porque essa se realizará no dia do Senhor. O líder do seu país, ao invés de criticá-lo, o elogia pela firmeza em seus princípios. O principal desafio para os cristãos, em meio a uma sociedade sem princípios, é manter os ensinamentos da Escrituras, não apenas em palavras, mas, principalmente em ações.

3. O CRISTÃO E A TEMPERANÇA
 
A palavra “temperança”, também traduzida por autocontrole e domínio próprio, é enkrateia no grego do Novo Testamento. Em sua forma nominal – como substantivo – aparece três vezes, em Gl. 5.22 0 para designar um dos aspectos do fruto do Espírito; At. 24.25 – quando Paulo se dirigia ao governador Felix; e II Pe. 1.6 – compondo a lista uma das listas das virtudes cristãs. Em I Co. 9.25 Paulo usa essa palavra na forma verbal para referir-se à disciplina criteriosa dos atletas em treinamento. Do mesmo modo se refere o Apóstolo, em I Co. 7.9, para ressaltar a importância de o crente ter domínio sobre os desejos sexuais. Entre os filósofos gregos, Platão e Aristóteles, essa palavra fora utilizada para descrever o ascetismo, isto é, a abstinência dos desejos. Em Rm. 8.5-9 Paulo mostra o segredo da temperança. Para esse, em consonância com Ef. 5.18, a temperança é resultado de uma vida controlada pelo Espírito. O cristão controlado pelo Espírito, anda nEle e produz o Seu fruto (Gl. 5.22). É necessário destacar que não se trata de ascetismo, pois, já nos tempos de Paulo, havia quem pregasse a total abstenção da carne e do casamento (I Tm. 4.3,4). A temperança na vida do cristão deva ser apresentada através do equilíbrio no falar (Tg. 3.2), dos desejos sexuais (I Co. 7.9; I Ts. 4.3-8), no cotidiano (I Co. 6.12-20), no uso do tempo (Lc. 12.35-48; I Ts. 5.6-8)m no domínio da mente (Rm. 13.14; Fp. 4.8).

CONCLUSÃO
 
Jesus é o maior exemplo de temperança para o cristão. Pois ele, muito embora tenha sido tentado em tudo, não pecou (Hb. 4.15). Com base na experiência da tentação de Jesus, registrada em Lc. 4.1-13, podemos aprender, para o desenvolvimento da temperança, que é fundamental o contato contínuo com o Espírito Santo. A mente do cristão deva estar voltada para Deus, edificada pela Palavra do Senhor e pela oração, na prática de disciplina do domínio próprio.

BIBLIOGRAFIA
 
HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.
LONGMAN III, T. Jeremiah & Lamentations. Peabody, Mass: Hendrickson, 2008. 

Fonte: http://subsidioebd.blogspot.com/


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Novo Testamento, Salmos e Provérbios em edição bilíngue chinês-português



A iniciativa ressalta a importância dos dois idiomas no cenário internacional

A população da China é de quase um bilhão e meio de pessoas. No Brasil, os números da comunidade Sino-brasileira - cidadãos brasileiros com ascendentes chineses e pessoas nascidas na China e radicadas no Brasil - varia entre 250 e 350 mil. São Paulo é a cidade com a maior colônia chinesa no país, principalmente nos bairros de Cambuci, Liberdade e Brás. Depois vem Rio de Janeiro e Curitiba. A religião dos chineses é popularmente divulgada como de maioria budista e taoísta. O país se declara oficialmente ateu.

Com o crescimento da economia chinesa, cresce rapidamente o número de brasileiros que estudam o idioma chinês. Pensando em dados como esses, a Sociedades Bíblicas do Brasil (SBB) e de Hong Kong lançaram no mês de maio o Novo Testamento, Salmos e Provérbios Chinês-Português, única edição bilíngue nestes idiomas. Segundo os editores, a nova publicação da Palavra de Deus “atenderá à comunidade cristã chinesa do Brasil e brasileiros que estudam mandarim ou vivem na China”.


A obra utiliza as traduções: Revised Chinese Union Version (RCUV) – em mandarim com escrita simplificada – e Almeida Revista e Atualizada (RA), respectivamente. Cada uma das traduções, apresentadas lado a lado, foi feita a partir dos textos originais e reflete fielmente a mensagem bíblica. E também oferece uma seção com mapas bíblicos em chinês.


A iniciativa ressalta a importância dos dois idiomas no cenário internacional: o português, dominante entre cerca de 250 milhões de pessoas, ocupa a 6ª posição no ranking dos idiomas mais falados no mundo; e o mandarim, que é o mais falado do planeta.


A China apresenta números grandiosos relacionados à sua população: um em cada cinco habitantes do planeta vive na China, representando um quinto da população mundial, estimada em 6,5 bilhões de habitantes. Sozinha, a China tem uma população duas vezes maior do que a da Europa inteira.

 
Fonte: Missão Portas Abertas

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Igreja Luterana promove campanha de reciclagem de lixo

 
 Dinheiro arrecadado será usado no Dia da Igreja
 
As 28 igrejas do Sínodo Nordeste Gaúcho, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), recolheram, de março a início de maio, mais de 21 toneladas de material reciclável nos 46 municípios de sua área de abrangência.

Esse material foi vendido e o recurso arrecadado reforçou o caixa do Dia da Igreja 2010, agendado para o próximo domingo, 30 de maio, nos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, cidade localizada a 125 Km de Porto Alegre.

Mas o objetivo principal da campanha não é a angariação de recursos e a introdução de projetos auto-sustentáveis, mas a conscientização ecológica e defesa do meio ambiente. Nas 104 congregações do Sínodo está sendo trabalhado o tema “lixo”.

A página web do Sínodo ensina o internauta a fabricar sabão com a sobra do óleo de cozinha e informa, no Você Sabia? que o Brasil não tem destino adequado para 67 mil toneladas diárias de lixo e que um litro de óleo de cozinha usado contamina 1 milhão de litros de água, volume que uma pessoa pode usar durante 14 anos.

A expectativa do Sínodo é a de reunir dez mil pessoas no Dia da Igreja 2010, quando os Pavilhões da Festa da Uva receberão luteranos e luteranas de todas as partes do país para o estudo do tema “Juntos fazemos a diferença”.

O tema aponta para a possibilidade de cada pessoa assumir, em conjunto, a responsabilidade pela preservação do meio ambiente e mostrar, ao mesmo tempo, que essa conservação pode gerar recursos para o financiamento de projetos.


Fonte: ALC

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Pastor batista é espancado até a morte na Rússia


 Golovin estava a caminho de uma visita a um membro da igreja quando foi atacado

Em São Petersburgo, na Rússia, os amigos e a família do pastor Yuri Golovin estão de luto pela sua perda depois que ele foi espancado até a morte, segundo informou a Mission Network News (MNN).

A Associação Evangelho Eslavo e a União Russa Evangélica de Cristãos Batistas (UECB) informou que  Golovin, 76 anos, estava a caminho de uma visita a um membro da igreja idoso, quando assaltantes desconhecidos o atacaram.

Após o ataque, Golovin ainda conseguiu chamar alguns membros da sua igreja, que chamaram uma ambulância. No entanto, o pastor acabou morrendo mais tarde no hospital por causa de seus ferimentos.

Embora não tenham sido confirmados os motivos, a International Christian Journal relatou que os assaltantes podem ser viciados em drogas.

Oremos para que Deus conforte a comunidade de crentes ali, para que os responsáveis pelo ataque sejam levados à justiça e para que vidas sejam despertadas depois desse episódio.

Fonte:Christian Telegraph
 

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Possuir Bíblia no Uzbequistão pode custar US$ 500


 Igrejas e casas foram invadidas pela polícia, os pastores foram presos

No Uzbequistão, a repressão aos cristãos cresce a cada dia. Líderes da igreja foram presos e com eles suas bíblias, literaturas e computadores. A ofensiva do Governo sobre os cristãos, que começou em 3 de maio, ainda está em curso.

A repressão começou depois que uma mãe muçulmana reclamou que seu filho tinha sido batizado. Logo, igrejas e casas foram invadidas pela polícia. Os pastores foram presos, pessoas que possuíam uma Bíblia na língua do Uzbequistão foram multadas em cerca de US$ 500, equivale a dois meses de salários para um cidadão de classe média do Uzbequistão.

Embora o país seja de maioria muçulmana, (88% da população), o cristianismo é ptraticado no país sob a forma de Igreja ortodoxa russa, por quase 10% da população.

A lei contra o proselitismo tem pena máxima de quinze dias de reclusão. Essa pode ser a razão para que tribunais aplique multas com mais frequência. Elas chegam a 80 vezes o salário mínimo, que é de US$ 250 por mês, ou seja, US$ 20 mil.


Fonte: Persecution / Redação CPADNews
 

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LIÇÃO 9 - ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA

Este comentário adicional segue os tópicos e subtópicos da revista de Lições Bíblicas da CPAD (http://www.cpad.com.br). AUTORIZO a divulgação, desde que citada a fonte e o autor.

TEXTO ÁUREO

"Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos" (Jó 14.7).


Jó afirma que uma árvore tem mais esperança que um homem: nesse sentido, quando a árvore é cortada, brota novamente e cresce, mas o homem quando é cortado, para onde vai? Jó, então, ensina que o homem expira, rende seu espírito e vai para o sheol até que de lá seja chamado para o julgamento. Seu clamor ao SENHOR era que a morte o alcançasse, ele tinha esperança de ressurreição (v. 13), ele concluiu que a morte era a única saída para escapar das agruras da vida, do mar de misérias em que estava mergulhado, assim, ‘escondido’ no sheol. Jó desejou a morte – parece não ter mais esperança, e sugere que o SENHOR o deixe morrer e o ressuscite quando a sua ira se acalmasse. Esse pessimismo de Jó é compreensível, notável é ver sua esperança brotando (14.14). Ao desejar o túmulo, Jó mostra que cria na esperança da ressurreição e numa vida futura melhor, ainda que, não seja a finalidade deste texto fundamentar uma doutrina sobre a ressurreição, ele mostra que a idéia estava na mente do povo daqueles dias. 

VERDADE PRÁTICA

O que confia em Deus jamais será subvertido pelo desespero; em meio às crises, brotará a esperança.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Jeremias 30. 7-11

COMENTÁRIO

(I. INTRODUÇÃO)

Como ter esperança quando atravessamos uma crise? O desejo do Espírito Santo é nos encher de esperança. O fruto da esperança é a alegria e a paz. Aqueles que crêem esperam – a fé é definida como ‘a certeza das coisas que se esperam’ (Hb 11.1), porque as coisas invisíveis que se esperam, no futuro, são alcançadas pela fé. Os que acreditam em Deus esperam nEle. A esperança é certa; em Hebreus 6.9-19, o escritor define a esperança perfeita como a ‘âncora da alma, segura e firme’ (Hb 6.18,19). Que figura interessante! Para que a embarcação não seja levada pelas águas, a âncora é lançada. De acordo com a Bíblia, Cristo é a ‘nossa esperança’ (1Tm 1.1), e o nosso Deus é chamado de ‘o Deus da esperança’ (Rm 15.13). Com o profeta Jeremias, aprenderemos hoje a crer contra a própria esperança (Rm 4.18). Àquele que confia em Deus, mesmo que a esperança venha a lhe morrer e seja ela sepultada, há de ressurgir em glória. A esperança produz paciência (Rm 8.25), a esperança fortifica e dá confiança para completarmos a carreira, para combatermos o bom combate e suportarmos as tribulações e angustias desta vida (Jo 16.33).

I. O QUE É A ESPERANÇA

1. Definição. (esperar +-ança):
1. Disposição do espírito que induz a esperar que uma coisa se há de realizar ou suceder;
2. Expectativa;
3. Coisa que se espera;
4. Confiança;

Uma das três virtudes teologais (‘Agora, pois, permanecem a , a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor’ 1Co 13.13), a palavra esperança significa, entre outras coisas, a expectativa de se auferir algum bem ou benefício futuro. No âmbito das Sagradas Escrituras, é a certeza do cumprimento das promessas que nos foram feitas por Deus (2 Co 1.20). por meio dela, os crentes, por ajuda da graça do Espírito Santo, esperam a vida eterna e o Reino de Deus, colocando a sua confiança perseverante nas promessas de Cristo.

2. A esperança no livro de Jeremias. 

 YAHWEH é a esperança de Israel e também dos gentios, seu Salvador em qualquer tempo de angustia. A palavra hebraica para ‘esperança’ também encerra o sentido de ‘poço’, uma palavra surpreendente para aqueles dias de sequidão! O profeta Jeremias confiava inteiramente na bondade de Deus, por isso, sua esperança não se desvanecia SINOPSE DO TÓPICO (1)

II. A ANGÚSTIA DE JACÓ

Tempo de angustia para Jacó’ é uma descrição do ‘Dia do SENHOR’, chamado de ‘tempo de angustia’ em Dn 12.1. ‘Jacó’ é nome alternativo para Israel. Israel e os gentios, logo depois do arrebatamento da Igreja, vão experimentar um período de angústia. SINOPSE DO TÓPICO (2)

1. A angústia de Jacó.  

É equivalente à ‘Grande Tribulação’, ou à ‘Última Semana de Daniel’, um período de sete anos dividido em duas fases; refere-se especialmente aos últimos três anos e meio da septuagésima semana de Daniel (Mt 24.21-28). É clássica a interpretação que afirma ser este tempo de angustia o reinício dos acontecimentos de Atíoco IV Epífanes, arquétipo do Anticristo, descritos em Dn 11.36-45.

2. Profecia de Ezequiel. 

 Ez 38 e 39 fala sobre a invasão de Israel pelas tropas de Gogue, príncipe de Magogue (a identidade de Gogue é incerta. Freqüentemente identificado como Guigues, rei da Lídia, na Anatólia, atual Turquia). Os capítulos resumem a oposição final ao povo de Deus. YAHWEH é visto como um guerreiro divino, lutando por seu povo e impondo uma derrota apocalíptica aos inimigos que se houverem levantado contra a descendência de Abraão.

3. Profecia de Daniel. 

A revelação das 70 semanas a Daniel foi uma resposta à sua oração. É o fim dos juízos purificadores e aceitação do Messias que trará justiça eterna. Entende-se que Israel seja o ‘relógio profético’ de Deus e que o Senhor não parou de agir com Israel como nação (Rm 11). Resumidamente, temos que, a nação de Israel firmará aliança com a ponta pequena futura, o príncipe romano ou Anticristo, durante sete anos. No meio desse período, o Anticristo quebrará a aliança e exigirá que os sacrifícios de sangue restaurados por Israel naqueles dias, cessem. Então estabelecerá sua estátua no templo judeu e exigirá adoração (Mt 24.15; 2Ts 2.3-4). Israel, porém, não será abandonado; o arcanjo Miguel levantar-se-á para lutar em favor do povo eleito (Dn 12.1).

4. Profecia de Zacarias. 

Com uma linguagem altamente simbólica e profética, o profeta descreve fatos apocalípticos. Esse fato torna difícil determinar o que vai acontecer literalmente e o que é simbólico, o que fica claro é a volta do Messias no final dos tempos. Exércitos de todas as partes ajuntar-se-ão para lutar contra Jerusalém no Armagedom. Mas no auge da luta, revelar-se-á o Senhor (Zc 14.4). Movidos por um derramamento do Espírito de Graça, Israel reconhecerá o Senhor Jesus como o Messias prometido nas Escrituras. O Espírito Santo aniquilará toda hostilidade ao Messias, tornando os habitantes de Jerusalém (referencia à Israel) receptivos ao Messias (Zc 12.10).

III. O RESTABELECIMENTO DE ISRAEL

Esperando contra a esperança, Jeremias confia em YAHWEH: ‘Não temas, pois, tu, meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei das terras de longe, e a tua descendência, da terra do seu cativeiro; e Jacó tornará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize’ (Jr 30.10), esta admoestação – não temas – ocorre freqüentemente como uma certeza de livramento dos opressores. Sua confiança era que Deus traria completo livramento aos oprimidos e estabeleceria a justiça na terra.

1. A volta de Israel à sua terra.  

O termo ‘diáspora’ é usado em referência à dispersão do povo hebreu no mundo antigo, a partir do exílio na Babilônia no século VI a.C. e, especialmente, depois da destruição de Jerusalém em 135 d.C.

Associada ao destino do povo hebreu, a palavra foi utilizada na tradução da Septuaginta (em grego) da Torah, onde se inscrevia como uma maldição: ‘Serás disperso por todos os reinos da terra’. Portanto, eis que dias vêm, diz o Senhor, em que não se dirá mais: vive o Senhor, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito: Mas sim: vive o Senhor, que fez subir os filhos de Israel da terra do Norte e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, que dei a seus pais. (Jr 16.14-16). ‘Não temas, pois, porque eu sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente, e te ajuntarei desde o Ocidente. Direi ao Norte: dá; Ao Sul: não retenhas: trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra. (Is 43.5,6). E assim como estava profetizado na Palavra do Senhor, se cumpriu. Os judeus começaram a voltar em massa para a terra que lhes foi dada em possessão perpétua por Deus. Voltaram dos quatro cantos da terra! Isso nos mostra como o Senhor zela pela Palavra que sai de seus lábios! ‘Então no teu coração dirás: Quem me gerou estes, visto que eu era desfilhada e solitária, exilada e errante? Quem, pois, me criou estes? Fui deixada sozinha; estes onde estavam?’ (Is 49.21).

2. O restabelecimento do Estado de Israel.  

O nascimento do novo Estado de Israel foi repentino. Após o término da Primeira Guerra Mundial e a queda do Império Turco-Otomano, a antiga província da Palestina passou a ser administrada pela Grã-Bretanha. Atendendo às solicitações do sionistas, os ingleses promulgaram em 1917 a Declaração Balfour, onde a Grã-Bretanha se comprometia a ajudar a construir um "lar judaico" na Palestina, com a garantia de que este não colocasse em causa os direitos políticos e religiosos das populações não-judaicas.

Com a reação violenta dos árabes a partir da década de 1920, os ingleses tentaram regredir na sua promessa, implementando políticas de restrição à imigração de judeus.

A ascensão do Nazismo inicia uma perseguição antijudaica sem precedentes. Os judeus da Europa começam a ser perseguidos e por fim aprisionados e massacrados, numa grande tragédia humana igualmente vivida por outros povos envolvidos na Segunda Guerra Mundial. A morte massiva dos judeus e de outros grupos denominou-se Holocausto.

Na Palestina, nacionalistas árabes foram insuflados a não aceitar a migração de judeus. Mohammad Amin al-Husayni, Grão-Mufti de Jerusalém (máxima autoridade religiosa muçulmana) se alia aos nazistas e promove perseguições antijudaicas. As tensões entre judeus e a população árabe da Palestina, diante das ações do Mandato Britânico que supostamente beneficiavam estes últimos, gerou dentro de alguns setores da comunidade judaica um sentimento de revolta. Nacionalistas árabes, em oposição aos termos da Declaração Balfour e ao Mandato Britânico instigavam a realização de pogroms contra os judeus. Ocorreram incidentes violentos em Jerusalém, Hebron, Jaffa e Haifa. Em 1921, após o massacre de dezenas de idosos judeus em Hebron, foi fundada a Haganá, com o objetivo de fazer a guarda das comunidades judaicas na Palestina e revidar os ataques árabes. Da Haganá surgiu o grupo Irgun (anteriormente chamado de Hagana Bet) no ano de 1931. O Irgun celebrizou-se em atacar alvos militares britânicos. O ataque mais famoso do Irgun foi a explosão do Hotel King David, em Jerusalém, onde funcionava o Quartel General do Mandato Britânico na Palestina. No ataque morreram 91 pessoas. Além do Irgun, existia também o Lehi, fundado por Avraham Stern. Ao contrário do Irgun, que estabeleceu um pacto com os britânicos durante a Segunda Guerra Mundial para enviar voluntários para a luta contra os nazistas, o Lehi sempre recusou qualquer diálogo com os ingleses. Para além disso, o Lehi realizou contactos secretos com a Alemanha nazi através dos quais se oferecia na luta contra os britânicos no Médio Oriente, em troca da "evacuação" (ou seja expulsão) dos judeus da Alemanha. Os grupos clandestinos judaicos (classificados pelos britânicos como terroristas) eram repelidos tanto pela Haganá (considerada o embrião do exército israelense moderno) quanto pela Agência Judaica e pela Organização Sionista, que não aceitavam seus métodos violentos e que procuravam trabalhar em harmonia com o Mandato Britânico. Ao término da Segunda Guerra Mundial, o mundo tomou conhecimento da dimensão do Holocausto e do massacre de seis milhões de judeus pelos nazistas. Com a Europa destruída e os sentimentos anti-semitas ainda exaltados, uma enorme massa de milhões de refugiados deixava a Europa para se unirem aos sionistas na Palestina. Mas a política de restrição à imigração judaica era mantida pelo Mandato Britânico. Os grupos militantes judaicos procuravam infiltrar clandestinamente o maior número possível de refugiados judeus na Palestina, enquanto retomavam os ataques contra alvos britânicos e repeliam ações violentas dos nacionalistas árabes. Com as pressões se avolumando, a Grã-Bretanha decide abrir mão da administração da Palestina e entrega a administração da região à Organização das Nações Unidas (ONU). O aumento dos conflitos entre judeus, ingleses e árabes forçou a reunião da Assembléia Geral da ONU, realizada em 29 de Novembro de 1947, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha e que decidiu pela divisão da Palestina Britânica em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união econômica e aduaneira. A decisão foi bem recebida pela maioria das lideranças sionistas, embora tenha recebido críticas de outras organizações, por não permitir o estabelecimento do estado judeu em toda a Palestina. Mas a Liga Árabe não aceitou o plano de partilha. Deflagra-se, então, uma guerra entre judeus e árabes. Na sexta-feira, 14 de Maio de 1948, algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina (o horário do término do mandato foi determinado pela ONU para as 12:00h do dia 15 de Maio) -David Ben Gurion assinou a Declaração de Independência do Estado de Israel. Em janeiro de 1949, Israel realiza suas primeiras eleições parlamentares e aprova leis para assegurar o controle educacional, além do direito de retorno ao país para todos os judeus. - http://pt.wikipedia.org/wiki/História_de_Israel. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares. Deus fez o impossível acontecer. Mesmo com os seis milhões de judeus assassinados no holocausto, Israel tornou-se realidade: Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra em um só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos’ (Is 66.8).

3. A retomada de Jerusalém. 

  Entre a 69ª e a 70ª Semana há um hiato, e por que não dizer uma parada ou pausa na história de Israel, que graficamente pode ser representado assim: 7+62(______)+1. Este parentese ou pausa corresponde exatamente à oportunidade aberta ou dada aos gentios (Jo1.12; Rm 11.25 e Lc 21.24). No dizer do Prof. Enéas Tognini, em seu livro ‘O Arrebatamento da Igreja’: ‘O Senhor fez PARAR a história dos judeus e abriu um parêntese para salvar os gentios: é o tempo da graça que já dura dois milênios’.(TOGNINI, Enéas, 1970). A contagem desse tempo começa com a tirada do Messias, sendo mesmo rejeitado pelo povo judeu (que agora está com um véu de incredulidade (2Co 3.14, 15). Pelo endurecimento de Israel (Rm 11.25) abre-se uma brecha para todos, sem distinção. Essa oportunidade terá seu fim completada a ‘Plenitude dos gentios’, a formação do Corpo de Cristo, a Igreja. Na realidade, a situação começou a ser revertida em 1947, com a criação do Estado de Israel, a conquista e integração de Jerusalém se deu em junho de 1967, na guerra dos seis dias, quando os exércitos israelenses retomaram o lado oriental da Cidade Santa. Em 1980, o então primeiro-ministro Menachen Begin proclamou Jerusalém como a capital una e indivisível de Israel. Embora Israel viesse a experimentar um período de grande tribulação, o Senhor iria restaurar seu povo. SINOPSE DO TÓPICO (3)

CONCLUSÃO
Jeremias anunciou que o exílio duraria setenta anos, mas a restauração da nação não seria automática. Dependia de um genuíno arrependimento nacional (29.10). Jeremias predisse o exílio babilônico, mas também previu um dia em que Deus restauraria os exilados. Deus traria de volta os exilados de Judá e Israel, reunificando a nação. Aparentemente, eles viriam de todas as partes e de todas as nações. Jeremias creu contra a própria esperança. Aquele que confia em Deus, mesmo que a esperança venha a lhe morrer e seja ela sepultada, há de ressurgir em glória, como quando a árvore é cortada, brota novamente e cresce. A esperança produz paciência (Rm 8.25), a esperança fortifica e dá a confiança necessária para completarmos a carreira (Jo 16.33). Deus é o que nos inspira a esperança mesmo onde não mais há esperança.
  

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VI Fórum de Ciências Bíblicas


O Livro Sagrado e as variadas formas de comunicação e difusão de seu conteúdo no mundo atual serão o mote da sexta edição do Fórum de Ciências Bíblicas, que acontecerá entre os dias 10 e 11 de junho, no Museu da Bíblia, em Barueri (SP). Sob o tema "Bíblia e Comunicação", o evento contará com oito palestras apresentadas por especialistas no assunto, além de espaço para sessões de perguntas e respostas.

Endereço: Av. Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672, Vila Porto, Barueri (SP)
Data: 10 e 11 de junho
Horário: 14h30 às 21h30
Inscrição: R$ 30,00 (grupos com mais de dez pessoas têm 50% de desconto)
Informações: (11) 3474-5813

 Fonte:www.sbb.org.br

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SBB lança este mês Novo Testamento Chinês-Português

Uma obra inédita, desenvolvida pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), está sendo aguardada com muita expectativa. Trata-se do Novo Testamento, Salmos e Provérbios Chinês-Português, que reúne, numa edição primorosa, dois dos idiomas mais falados em todo o mundo. Editada em conjunto com a Sociedade Bíblica de Hong Kong, esta publicação utiliza as duas traduções mais apreciadas pelas populações da China e do Brasil: Revised Chinese Union Version (RCUV) – em mandarim com escrita simplificada – e Almeida Revista e Atualizada (RA), respectivamente. Cada uma das traduções, apresentadas lado a lado, foi feita a partir dos textos originais e reflete fielmente a mensagem bíblica. 

O lançamento do NT Chinês-Português acontecerá no dia 23 de maio, às 15h, na Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo, na capital paulista. O culto poderá ser acompanhado ao vivo, via internet, pelo link www.catedralonline.com.br (clicar no ícone “culto ao vivo”).

A obra pode ser considerada um símbolo da união desses dois países, além de apontar para a importância dos dois idiomas no cenário internacional: o português, dominante entre cerca de 250 milhões de pessoas, ocupa a 6ª posição no ranking dos idiomas mais falados no mundo; e o mandarim, que é utilizado por mais de 1,3 bilhão de pessoas, e configura-se no idioma mais falado do planeta. 

 
“Unir dois idiomas tão diferentes e lançar o Novo Testamento bilíngue Chinês- Português foi a meta que as Sociedades Bíblicas do Brasil e de Hong Kong assumiram e hoje comemoram a realização de mais esse projeto”, afirma o secretário de Tradução e Publicações da SBB, Paulo Teixeira. A edição conservou as características editoriais das traduções em mandarim e em português. Com isso, o leitor poderá encontrar pequenas diferenças na divisão das seções, o que, no entanto, não prejudica a compreensão da mensagem bíblica no seu todo. 
Para Teixeira, o lançamento – desenvolvido a pedido das igrejas cristãs chinesas do Brasil – representa, sobretudo, um importante avanço na consolidação da fé de uma comunidade em constante crescimento. “É missão da Sociedade Bíblica do Brasil levar a Palavra de Deus a todas as pessoas. Ao preencher mais esta lacuna em nossa sociedade, sentimo-nos recompensados e estimulados a continuar nossa tarefa”, resume.

Com 1,3 bilhão de habitantes, a China apresenta números grandiosos relacionados à sua população: um em cada cinco habitantes do planeta vive na China, representando um quinto da população mundial, estimada em 6,5 bilhões de habitantes. Sozinha, a China tem uma população duas vezes maior do que a da Europa inteira. Mais de 30% das pessoas com idade acima de 16 anos se denominam religiosos, quatro vezes mais do que há uma década. 

Conforto e evangelização

A importância desta edição bilíngue é destacada por líderes religiosos chineses residentes no Brasil. “É o instrumento eficaz da própria Palavra de Deus para evangelização, especialmente para o chinês que vem da China, para ler nas horas vagas. Quando eles chegam aqui sofrem de muita solidão, não falam e não entendem o português”, diz Wu Tu Hsing, médico da Universidade de São Paulo (USP) e pastor da Igreja Presbiteriana de Formosa no Brasil Tai-an (Grande Paz). Assim como os cristãos chineses que vêm para o Brasil, os brasileiros que fazem o caminho inverso também são alvo desta nova publicação. 
Outro grupo que poderá se beneficiar com a novidade são os brasileiros que estudam mandarim, como endossa Chang Lien Chuan, pastor da Igreja Cristã Pão da Vida: “Essa edição é muito importante para a geração nova que fala mandarim e também para os brasileiros que estão em contato com a língua. Foi feita na hora certa para abençoar a população. E se vier a Bíblia completa, melhor ainda”, arremata. 

Culto Bilíngue de Ação de Graças pelo lançamento do NT, Salmos e Provérbios Português-Chinês

Data:
23 de maio de 2010 (Domingo).
Local:
Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo – Rua Nestor Pestana, 136.
Horário:
Das 15h às 17h.

Mensagem e apresentação:
Paulo Teixeira, secretário de Tradução e Publicações da SBB.
Louvor:
Coral da Igreja Presbiteriana de Formosa no Brasil Tai-An (Grande Paz) – Hinos em chinês e português, alternados.

Obs.:
Para acompanhar o culto ao vivo, pela internet, acesse www.catedralonline.com.br (clicar no ícone “culto ao vivo”)


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Cresce a procura por Bíblias na China


 Mais de 500 mil pessoas voltaram para Cristo no país asiático


Número de Bíblias não atendem ao número de pessoas que se convertem ao cristianismo na China. A igreja cresce e, com isso, a demanda por Bíblias. É o que afirma a Organização Internacional (International Christian Resources Exhibition).

O chefe do programa de parceria com a Sociedade Bíblica da China, Kua Wee Seng, disse que a Amity Printing Press, a única aprovada pelo governo, para impressão de Bíblia no país asiático, luta para manter a demanda.

Embora o número de Bíblias impressas para distribuição na China aumentarem para quatro milhões no ano passado, Kua disse que mais Bíblias são necessárias para satisfazer as necessidades das cerca de 500 mil pessoas que se voltam para Cristo na nação comunista a cada ano.

Kua disse que a ajuda financeira e prática dos cristãos fora da China fez possível a impressão da Bíblia, nomeadamente através da transferência de toneladas de papel, agora que a China está produzindo sua própria Bíblia.

Fonte: Christian Today e redação CPADNews

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Cristãos evangelizam universitários russos por meio da literatura


 Ideia é fomentar a discussão do evangélio e aprimorar o inglês


Cristãos de Tyumen, Rússia, encontraram uma maneira criativa para evangelizar os estudantes do curso de Inglês de uma universidade próxima. Eles criaram uma biblioteca com materiais cristãos em inglês.

Para o representante da Christian Resources International (CRI), John Lowreyn, essa é uma oportunidade de construir um relacionamento com os estudantes. “Eles entram na biblioteca para adquirir materiais que os auxiliem na pronúncia do idioma. Nada melhor do que aproveitar essa oportunidade para falar de Deus através dos CDs, DVDs e livros cristãos”, revela.

A equipe do CRI afirma ser necessário ofertar mais literatura para complementar os recursos limitados de uma biblioteca, para isso, eles vão concluir a configuração da biblioteca, participar dos cultos e envolver os estudantes russos em conversas sobre Deus. “Nós vamos criar grupos para discutir discussão com os alunos que estão lendo os livros cristãos. Eles apresentam as perguntas, e nós entramos com as respostas em Inglês. Assim eles praticam o idioma e a fé”.

Os missionários têm observado que a nova geração de cristãos russos divulga o Evangelho com ousadia. “Como viajo pela Rússia, tenho oportunidade de conversar com pessoas não crentes. Muitos são filhos, que já ouviram alguma história ou testemunho sobre um avo ou avó fiel, que tiveram sua Bíblia tirada fisicamente, mas ela permaneceu em seu coração e ensinou para os netos”.
 
Lowrey pede oração para a equipe que deve passar pela alfândega mais de uma vez. E para que as autoridades russas não apreendam esse grande fluxo de literatura cristã. “Esteja orando para que eles tenham o desejo de ler esses livros, e para que as perguntas certas venham em suas mentes, e que estejam dispostos a ouvir as respostas bíblicas para as questões da vida”, conclui.

Fonte: Mnnonline e redação CPADNews

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Lição 08 - O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA


 Texto Áureo: Is. 8.20 - Leitura Bíblica em Classe: Jr.28.5-12,16,17.

Objetivo: Alertar aos cristãos quanto ao uso apropriado do dom de profecias, bem como a utilizar os critérios bíblicos para julgar as falsas profecias.

INTRODUÇÃO
 
Na aula de hoje, estudaremos a respeito do valor da verdadeira profecia. Para tanto, definiremos, no início do estudo, a profecia bíblica. Em seguida, contextualizaremos o texto bíblico em foco, que aponta Hananias como um falso profeta. Essa análise servirá na análise das falsas profecias. Ao final da lição, abordaremos o uso do dom espiritual da profecia na igreja.

1. DEFININDO A PROFECIA BÍBLICA
 
No Antigo Testamento, a palavra profecia é naba, cujo sentido primário é “anunciar” ou o de “ser chamado”. O fenômeno da profecia não se limitava a Israel, já que os profetas de Baal, no Carmelo, também profetizaram (I Rs. 19.29). Mas tais profecias não tinham o aval divino. O Deus de Israel chama seus profetas para denunciar os erros dos governantes, ainda que esses tenham o apoio de falsos profetas ( I Rs. 22.1-28). Os profetas Jeremias e Ezequiel também se posicionaram contra aqueles que profetizavam de acordo com os intentos pessoais (Jr. 14.14-16. Ez. 11.4; 13.2). Diferentemente dos falsos profetas, o verdadeiro profeta não fala de si mesmo, mas em nome do Senhor. Para evitar que o povo fosse conduzido pelo engano, fazia-se necessário testar as profecias, avaliar se as palavras provinham do Senhor (Dt. 18.21,22; 13.1-3) e se a vida do profeta condizia com o que proclamavam (Jr; 23.9-13). No Novo Testamento, a profecia, propheteia em grego, é uma predição a respeito do futuro, ainda que, em sentido amplo, se refira a todo e qualquer anúncio feito a partir de Deus (Ap. 19.10; 11.6). Há citações constantes, ao longo do Novo Testamento, às profecias do Antigo Testamento (Mt. 13.14; II Pe. 1.10,20; Jd. 14). João Batista (Lc. 1.76) e Jesus (Mt. 21.11; Jo. 4.44) são reconhecidos como profetas. Mas existem outras menções a profetas no Novo Testamento, tais como Judas e Silas, que encorajavam os irmãos (At. 15.32) e Ágabo que predizia o futuro (At. 21.10,11).

2. HANANIAS, UM FALSO PROFETA
 
Jeremias, por volta do ano 594 a C., teve um encontro com um falso profeta que estava animando e consolando o povo, com palavras de paz. Seu nome era Hananias e se destacava por não levar a sério a proclamação de juízo de Jeremias. O Profeta estava ciente da verdade em suas palavras, pois havia sido o próprio Senhor que havia falado. O cumprimento cabal da mensagem profética iria demonstrar, àquele falso profeta e a todo o povo descrente, que Deus velava pelas suas palavras para cumpri-las. A resposta de Jeremias, à incredulidade do falso profeta, foi sarcástica, disse ele: “Amém! Assim faça o Senhor; confirme o Senhor as tuas palavras, que profetizaste, e torne ele a trazer os utensílios da casa do Senhor, e todos os do cativeiro de Babilônia a este lugar” (v. 6). Dentro de poucos dias o povo de Judá estaria debaixo do jugo de Nabucodonozor, o rei da Babilônia. Aqueles que falam em nome do Senhor, em conformidade com a Sua Palavra, não precisam se exasperar, basta apenas esperar, pois passará os céus e a terra, mas não a Palavra que o Senhor falou (Mc. 13.31). No caso específico de Hananias, sua incredulidade resultou em ruína e sua morte foi iminente. O julgamento imediato de uma pessoa, com a morte imediata, como aconteceu com os seguidores de Coré (Nm. 16), Uzá (II Sm. 6), Hananias (Jr. 28.17), Pelatias (Ez. 11.13) e Ananias e Safira (At. 5.1-11) não pode ser generalizada, mas também não pode ser descartada, pois o Senhor, em Sua soberania, age como quer. Essa verdade deve motivar à obediência, afinal, “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb. 10.31).

3. O DOM ESPIRITUAL DE PROFECIA
 
Em I Co. 14 Paulo elenca os dons espirituais que atuam na igreja, com vistas à edificação do Corpo de Cristo. Dentre eles o da profecia, o qual recebe certa singularidade, haja vista sua função espiritual, comparada a de falar línguas, uma vez que quem fala línguas edifica apenas a si mesmo, e quem profetiza edifica toda a igreja (I Co. 14.1-4). Ainda assim é necessário que o dom profético seja manifestado com decência e ordem. Entre os que profetizam apenas dois ou três podem falar, e devem saber que a profecia está sujeita a julgamento. Como os bereanos, os crentes, na igreja, devam julgar a profecia à luz da palavra de Deus (At. 17.11). Isso porque existem profecias que partem dos próprios sentimentos humanos (At. 21.4,12). Alguns princípios devam ser observados em relação ao dom de profecia: 1) qualquer crente que tenha experimentado o enchimento do Espírito pode profetizar (At. 2.16-18); 2) a igreja não deve ter o dom profético como infalível (I Jô. 4.1; I Ts. 5.20,21); 3) toda profecia precisa ser avaliada pela Palavra de Deus e contribuir para a santificação da igreja; e 4) a direção do Espírito, através da profecia, é dada à igreja (I Co. 12.11). Portanto, urge que a igreja valorize os dons espirituais, principalmente o da profecia. Nesses tempos materialistas, há igrejas que não mais se importam com os dons espirituais. A esse respeito é válida a recomendação de Paulo: “Não extingais o Espírito” (I Ts. 5.19). Mas é preciso também atentar para o fruto do Espírito, pois o amor é o caminho sobremodo excelente (I Co. 13) e o andar no Espírito uma instrução para todo crente (Gl. 5.22).

CONCLUSÃO 
Existem profecias que são falsas e verdadeiras. O Espírito Santo, porém, não é Deus de confusão. Por essa razão, não precisamos fugir das profecias dadas pelo Senhor. Antes devemos buscar com zelo os dons espirituais, dentre eles o de profetizar. Em relação às falsas profecias, como Jeremias, precisamos estar atentos à voz de Deus. Quando conhecemos a revelação de Deus, as profecias falsas são facilmente identificadas. As profecias verdadeiras, por sua vez, atuam poderosamente sobre a igreja, exortando, consolando e edificando os crentes (I Co. 14.3).

BIBLIOGRAFIA 
HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.
LONGMAN III, T. Jeremiah & Lamentations. Peabody, Mass: Hendrickson, 2008. 

Fonte:http://subsidioebd.blogspot.com/

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Pr. Sóstenes Apólo no 5º Seminário ADPAR'

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EUA: 60% dos jovens não continuam na igreja depois do período escolar

Pesquisa mostra que o desenvolvimento da identidade cristã é fundamental para a criação de uma fé fortalecida

O que inicialmente começou como projetos de investigação sobre o êxodo dos jovens das igrejas depois do ensino médio e da faculdade se transformou em um movimento para ajudar a nova geração a prosperar em sua fé.

Aproximadamente apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, o que significa que 60% se desviam nesse período. Apenas 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens de suas igrejas para continuarem na igreja depois do período escolar.

O Instituto Juventude Completa, nos Estados Unidos, intitulou a ação de "Movimento Fé Fortalecida". O objetivo é ajudar os adolescentes a desenvolver e a não abandonar a fé.

Com muitos estudantes deixando sua fé durante a faculdade, o Instituto Juventude Completa abordou o sério assunto da pesquisa e começa a desenvolver um sistema operacional e recursos voltados aos grupos de jovens do ensino médio nos Estados Unidos.

O Instituto lançou a versão piloto de um novo currículo para fortalecimento da fé entre os jovens, com o objetivo de obter um feedback de pastores antes de liberar a versão revisada e completa no próximo ano.

O propósito da iniciativa é ajudar os alunos a desenvolver uma fé que faça parte dos seus pensamentos e emoções interiores, e pois isso também exteriorizada nas escolhas e ações.

Esses comportamentos incluem a frequência regular à igreja, leitura da bíblia, oração e o afastamento de comportamentos de risco, como o consumo de álcool.

Pesquisa realizada pelo Instituto revelou que os jovens não estão abandonando a sua fé por causa de um ambiente universitário hostil - como professores universitários e seus colegas que confundem suas crenças. O interesse na espiritualidade também não foi encontrado como uma ameaça à fé cristã.

Na verdade, de acordo com o professor associado de Sociologia na Faculdade de New Jersey, Tim Clydesdale, “o que muitos estudantes universitários estão fazendo, no entanto, é armazenar as suas crenças e práticas religiosas em um cofre de identidade”, explicou.

O Instituto mostra que o desenvolvimento da identidade cristã é fundamental para a criação de fé inabalável. Identidade, o instituto diz, é uma mistura daquilo que pensamos sobre nós mesmos e que os outros pensam e retratam de nós, o que inevitavelmente influencia, se não determina, as escolhas que fazemos e a forma como nos relacionamos com Deus e com os outros.

O novo currículo de ensinamento cristão do Instituto para os jovens oferece exercícios para os alunos pensarem sobre sua fé e a sua identidade e onde querem estar, particularmente na sua relação com Deus, daqui a um ano. Ele também aborda o problema de muitos estudantes universitários continuarem em uma igreja após a formatura.

O novo projeto foi criado após o Instituto lançar o Transition College Project, um conjunto de iniciativas que orientou mais de 400 grupos de jovens formados nos Estados Unidos durante a sua transição para a faculdade.

O objetivo do projeto foi compreender melhor a dinâmica da vida a partir da juventude, e identificar atitudes que os pais, líderes de jovens, igrejas e os próprios alunos poderiam seguir para a trajetória ao longo da vida de fé e de serviço a Deus.

Fonte: Christian Post

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Lição 07 - O CUIDADO COM AS OVELHAS


 Texto Áureo: Jo. 10.11 - Leitura Bíblica em Classe: Jr.23.1-4; Jo. 10.1-5. 

Objetivo: Alertar os obreiros para o cuidado em relação às ovelhas de Cristo, o Bom Pastor, a fim de não serem envergonhados quando se apresentarem perante Ele.

INTRODUÇÃO
O pastorado moderno se transformou numa profissão. A maioria dos pastores atuais perdeu o senso de vocação. A lição de hoje visa corrigir esse equívoco, e mostrar que, já no tempo de Jeremias, existiam pastores que não apascentavam o rebanho. Em seguida, destacaremos algumas instruções às quais os pastores do Senhor devam atentar na condução das ovelhas. Ao final, apontaremos para Jesus, o Exemplo Maior de um Bom Pastor.

1. PASTORES QUE NÃO APASCENTAM
No Antigo Testamento, era o ra’ah, cujo sentido primário é o de “alimentar”, “dar pastagem”. Os pastores são os líderes de modo geral (I Rs. 22.17; Ez. 34.5; 37.24; Zc. 11.16; 13.7). Deus se revela, em Sl. 23.1; 80.1; Is. 40.11; Jr. 31.10, como o pastor de Israel. No Novo Testamento, pastorear vem de poimen, substantivo que significa, como em hebraico, “apascentar, alimentar”. Em Ef. 4.11, os pastores são apresentados como dádivas ministeriais de Cristo para a edificação da igreja. Infelizmente, nem todos os pastores se adequam ao modelo bíblico. Apascentam apenas a si mesmos, não têm qualquer cuidado pelo rebanho. Nestes dias difíceis, o pastorado está sendo confundido com uma profissão. Os pastores exploram as ovelhas, extorquem suas peles a fim de satisfazerem suas ganâncias pessoais. Os pastores de Judá, ao invés de darem o exemplo, tornaram-se falsos líderes (Jr. 23.1,8; 10.21). No tempo de Jeremias, os pastores não conduziram sabiamente o rebanho de Deus. Eles perderam a misericórdia e passaram a explorar as ovelhas. Os líderes, guiados pela idolatria, tornaram-se responsáveis diretos pelo julgamento iminente. O termo pastor, no contexto da passagem, se refere a toda liderança de Judá. Os reis, os sacerdotes e os profetas, todos eles deveriam se portar decentemente perante o povo, ele, no entanto, fizerem um pacto para desobedecer ao Senhor, e pior que isso, justificaram que tudo o que faziam era a vontade Deus. Hoje, do mesmo modo, há pastores que tudo fazem, até mesmo vão de encontro à Palavra de Deus, justificando que estão agindo em prol do “reino de Deus”.

2. O CUIDADO COM AS OVELHAS DO SENHOR
O pastor, de acordo com a própria etimologia da palavra, deve alimentar e proteger as ovelhas. O alimento que verdadeiramente nutre o rebanho é a Palavra de Deus. Infelizmente, os pastores estão substituindo essa refeição saudável por fast foods industrializados. Algumas igrejas evangélicas estão desnutridas, ainda que haja aparência de saúde. Isso porque os pastores não levam mais a palavra para os púlpitos. As mensagens de auto-ajuda, as histórias infundadas e os tristemunhos assumiram a proeminência na igreja. Para que o povo não se ausente da congregação, os pastores estão fazendo concessões. Alguns citam Paulo, dizendo que é preciso se fazer de tolo para ganhar a todos. O Apóstolo dos Gentios, no entanto, nunca abriu mão do genuíno evangelho. Na verdade, opôs-se frontalmente a todo evangelho que não fosse o de Jesus Cristo (Gl. 1.7-9). Os pastores que cuidam das ovelhas do Senhor devem, primordialmente, ter compromisso com a Palavra de Deus. Além disso, é preciso que amem o rebanho do Senhor, saibam, conforme revelou Paulo em Éfeso, que não são donos das ovelhas, por ainda que usem da autoridade, não podem ser autoritários. Um pastor que não ama tende a controlar as ovelhas pela força e, não poucas vezes, a exagerar na dose, supervalorizando o poder em detrimento do amor. O resultado são relacionamentos superficiais, fundamentados no medo e que, não poucas vezes, resultam em abuso espiritual, e não poucas vezes, em doenças psicossomáticas.

3. JESUS, O EXEMPLO DE BOM PASTOR
O pastor vocacionado por Deus segue o exemplo de Cristo, o Bom Pastor (Jo. 10.1-9). Os falsos pastores não entram pela Porta (Cristo), mas sobe por outra parte. O pastor comprometido com a obra é aquele que olha para Cristo, desejando glorifica-lo, fazendo tudo no poder que Ele outorga, pregando Sua doutrina, andando em Seus passos e se esforçando para conduzir os pecadores a Cristo. Os falsos pastores entram no ministério motivados por interesses mundanos e pela auto-exaltação, não pelo desejo de exaltar a Jesus. Esses conseguem arrebanhar uma multidão de incautas, pessoas simples que, por não conhecer a Bíblia, torna-se presa fácil dos seus caprichos. Mas não acontece assim com as ovelhas de Cristo, pois elas ouvem a Sua voz, e, diferentemente dos impostores, não são induzidos ao erro. A mensagem central do pastor de Cristo, não é ele mesmo, pois não depende do marketing pessoal, mas a Cruz de Cristo, sem a qual o evangelho se descaracteriza. Quando alguém encontra um pastor, nos moldes de Jesus, encontra a verdadeira liberdade. Isso porque um pastor segundo Cristo não põe fardos pesados sobre as ovelhas que ele mesmo não é capaz de carregar. Um pastor semelhante a Cristo não folga ao ver a ovelha errante pelo deserto, antes a busca amorosamente a fim de trazê-la ao aprisco.

CONCLUSÃO
Os pastores são dádivas de Cristo para a edificação da igreja. Mas nem todos os que se dizem pastores o são no sentido bíblico do termo. Um verdadeiro pastor busca, primordialmente, alimentar o rebanho. Os movimentos evangélicos modernos estão descaracterizando esse significado. Por causa disso, nos deparamos, nos dias atuais, com pastores que se ufanam em seus cargos, investem intensamente na auto-exaltação e cuidam apenas dos seus interesses. Diante de desmandos tais, convém, nesses últimos dias, orar para que o Senhor envie obreiros genuínos para a Sua seara, compromissados, sobretudo, com o Evangelho de Cristo.

BIBLIOGRAFIA
HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.
LONGMAN III, T. Jeremiah & Lamentations. Peabody, Mass: Hendrickson, 2008.

Fonte :http://subsidioebd.blogspot.com/ 

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