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Archive for Julho 2012

Lição 06 - A DESPENSA VAZIA

 
Texto Áureo: Sl. 37.25 – Leitura Bíblica: II Rs. 4.1-7
Prof. José Roberto A. Barbosa


INTRODUÇÃO
O salmista diz: “fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Sl. 37.25). Esse texto é uma constatação a partir da experiência do homem de Deus, mas não pode ser aplicado a todas as situações. Conforme estudaremos na lição de hoje, é possível que o cristão passe por privação financeira, pela experiência da dispensa vazia.

1. UMA DISPENSA VAZIA
Em II Rs. 4.1-7 está escrito a respeito da viúva que ficou em situação de privação financeira por causa da morte do marido. E, em conformidade com a lei, os filhos poderiam ser tomados como escravo, quando houvesse um débito a ser quitado (Ex. 21.7; Ne. 5.5). O profeta Eliseu demonstrou interesse pela necessidade da viúva, perguntou-lhe o que ele poderia fazer: “o que tens em casa?”. A mulher nada tinha em casa, a não ser uma botija de azeite (v. 2). O profeta percebeu que a mulher não tinha sequer utensílios para colocar azeite extra, por isso a orientou para que tomasse mais vasilhas emprestadas, detalhe importante “não poucas” (v. 3). Por revelação profética, Eliseu sabia que Deus realizaria um grande milagre. As vasilhas que foram tomadas por empréstimo foram sobrenaturalmente cheias de azeite. Enquanto havia vasilhas, o milagre não cessou, somente quando a última vasilha estava cheia. Essa é uma demonstração de que o milagre tem um propósito. Alguns pregoeiros televisivos querem transformar o milagre em um espetáculo. Mas Deus sabe o que fez e tem Seus designíos. A mulher, por sua vez, demonstrou sua fé em Deus ao obedecer à palavra profética. Ela fez tudo o que o profeta ordenou, a obediência é a manifestação da fé na Palavra de Deus. O objetivo da abundância de azeite multiplicado era a preservação da vida da mulher e dos seus filhos. É comum alguns usarem esse texto bíblico para propagarem a famigerada teologia da prosperidade (ou da ganância). Primeiramente ela deveria pagar ao credor, e depois, viver com o restante do azeite. O ensinamento cristão bíblico é o da porção de Agur (Pv. 30.8) é o de viver na dependência do Senhor, na porção acostuma, e o cristão, é o de orar pelo “pão nosso de cada dia” (Mt. 6.11),

2. QUANDO FALTA PROVIMENTO
Como toda e qualquer pessoa, o cristão pode passar por situações de escassez de alimento. Vivemos em um mundo caído, a ganância predomina, os interesses pessoais costumam ser colocados acima dos comuns. A economia gira em torno do mercado, que praticamente é adorado como um deus. A tecnologia e a falta de educação implicam em falta de competitividade, por conseguinte, o desemprego pode chegar quando menos se espera. Como a mulher que ficou nas mãos do credor, o cristão também pode ficar à mercê das dívidas. Esse não deve ser motivo para desespero, o melhor é evitar contrair dívidas que nos prive do “pão nosso de cada dia”. Mas, em tudo, devemos aprender a confiar em Deus. A crise atual pela qual passa a Europa está conduzindo muitos ao suicídio. Na Grécia, o número de suicídio aumentou mais de 40%, gerando preocupação para as autoridades. A maturidade espiritual é manifestada diante das crises, inclusive as financeiras. Os grandes milagres da Bíblia atraem nossa atenção, adoramos ouvir pregações sobre Elias no Carmelo, desafiando os profetas de Baal, ou de Davi contra Golias, o gigante filisteu. Esses mesmos homens de Deus também tiverem seus momentos difíceis, Elias esteve sozinho, ameaçado por Jezabel, e Davi se angustiou enquanto estava na caverna de Adulão. Ao contrário do que se costuma pregar hoje em dia, Deus está mais interessado na maturidade espiritual do cristão do que em sua prosperidade material. A dispensa vazia pode ser inclusive um momento de disciplina, um aprendizado para que o cristão passe a confiar mais no Senhor (Rm. 8.28; Hb. 12.6,7).

3. ASSISTÊNCIA ECLESIÁSTICA
A assistência social da igreja, em momentos de despensa vazia, é projeto de Deus. A instituição diaconal, em At. 6, visava suprir a carência das viúvas que estavam em situação de pobreza extrema. É bem verdade que o governo precisa investir na diminuição da pobreza, tanto “dando o peixe”, mas também “ensinando a pescar”. Dentro do contexto eclesiástico, os diáconos devem estar atentos às necessidades dos irmãos mais pobres. Os casos dignos de cuidados devem ser levados à liderança da igreja a fim de que atitudes cabíveis sejam tomadas. O enfoque na riqueza advindo da teologia da prosperidade está nos tornando insensíveis a uma realidade patente aos nossos olhos. A pobreza existe, a Bíblia trata a respeito do assunto com prioridade, o Deus das Escrituras se interessa pela causa dos necessitados. Jesus exerceu Seu ministério público em direção aos mais pobres (Lc. 4.18,19; 17.22-19; 21.1-4; Mt. 6.1-4).  Na verdade não foi Jesus que fez opção pelos pobres, foram estes que fizeram opção por Ele, como ainda acontece nos dias atuais. Ao invés de criticarem os pobres, aqueles que estavam com a “dispensa vazia”, Jesus esteve do lado deles, ajudando-os e se opondo aqueles que os oprimiam (Mt. 19.21; Lc. 12.33; 14.12-14; 18.22). Paulo, o apóstolo dos gentios, orientou os crentes da Galácia a fim de que se lembrassem dos pobres (Gl. 2.10) e fez coletas a fim de suprir a necessidade dos mais carentes da igreja (Rm. 15.26; I Co. 16.1-4; II Co. 8.9). É bem verdade que não podemos resolver todos os problemas sociais do país, mas podemos pelo menos amenizar as carências dos mais pobres, a esse respeito o Apóstolo também instrui para que façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos na fé (Gl. 6.10).

CONCLUSÃO
Cada caso de “dispensa vazia” deve ser avaliado com sabedoria, sobretudo com amor cristão. Há situações em que a falta de alimento não é resultado de preguiça, mas de contratempos que todos podem passar. A orientação geral bíblica é o trabalho, para não depender dos outros (I Ts. 2.9; II Ts. 3.8), mas a igreja deve ser sensível à realidade daqueles que não conseguem sair da zona de pobreza extrema. O amor deve ser exercitado não “só de palavras” (I Jo. 3.16-18), mas também com ações, pois para as boas obras fomos salvos, para que andemos nelas (Ef. 2.10).

BIBLIOGRAFIA
BARNETT, T. Há um milagre em sua casa. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
LIMA, P. C. Teologia da ação política e social da igreja. Rio de Janeiro: Renascer, 2005.
 

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Grupo quer publicar versão mais precisa do Antigo Testamento


O professor Menachem Cohen, da Universidade Bar Ilan está próximo de completar um projeto que tem a ambição de produzir o que espera ser a versão mais precisa do Antigo Testamento de todos os tempos.
O projeto, desenvolvido há mais de 30 anos, foi chamado de “Mikraot Gdolot-Haketer”, ou em uma tradução livre, “as grandes escrituras”, e pretende ser a versão mais precisa e completa das Bíblias rabínicas. Ele é realizado por Cohen e uma equipe de cerca de 12 pesquisadores do departamento da Bíblia da universidade israelense.
Este projeto une um modelo de Antigo Testamento, chamado de Tanakh a outros três elementos: a Masora, tradução do aramaico e a interpretação de rabinos, segundo a explicação de Cohen em seu escritório da universidade.
O judaísmo rabínico é o nome dado ao judaísmo tradicional, que aceita o Tanakh como revelação divina e a Torá Oral também como fonte de autoridade. O nome vem pelo fato de os ensinamentos rabínicos terem grande valor; tais ensinamentos foram codificados principalmente no Talmud, livro sagrado dos judeus que reúne comentários dos rabinos, ou sacerdotes da religião judaica.
O projeto inclui um processo de digitalização por um programa de computador para definir o texto a partir de ângulos diferentes.
Até o momento foram publicados 21 volumes e faltam quatro livros para a coleção ficar completa. A Bíblia será distribuída gratuitamente em escolas.
Cohen conclui sobre a missão do trabalho: “queremos garantir a versão completa e precisa do Antigo Testamento para as gerações futuras”.
Primeira versão
A primeira versão de uma Bíblia desse tipo data do século XVI, 50 anos após a invenção da imprensa por Gutemberg.
Foi feita por Jacob Bem Haim, é baseada em manuscritos e fontes rabínicas.
Segundo Cohen, apesar de ser um dos textos mais reproduzidos e estudados no mundo, as edições do Velho Testamento e as anotações e explicações que muitas vezes o acompanham estão repletos de imprecisões.
“Pesquisei os manuscritos da Idade Média e descobri que os textos anteriores utilizados para a publicação da primeira versão compilada de Ben Haim não eram totalmente precisos e decidi tentar resolver esse problema”, explica o estudioso.
O projeto “Mikraot Gdolot-Haketer” prevê sua conclusão para 2013.
Traduzido de eluniversal.com.mx


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Número de índios evangélicos cresce 42% em dez anos


O Censo 2010 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que o número de evangélicos indígenas cresceu 42% nos últimos dez anos. Os índios evangélicos já somam 210 mil pessoas, ou 25% do total da população indígena.
Segundo a Folha de S. Paulo, o crescimento entre essa população segue a tendência geral dos brasileiros, que registrou 61% de aumento entre 2000 e 2010.

Missões

Um dos fatores que tem aumentado o número de evangélicos entre a população indígena são as missões de evangelização que atuam em áreas isoladas onde vivem os índios.
Segundo Carlos Travassos, coordenador-geral do setor que monitora tribos isoladas e de recente contato na Funai (Fundação Nacional do Índio), a organização dessas missões têm aumentado. Os grupos missionários contam com recursos como aviões.
Uma dessas organizações é a Asas de Socorro, uma das 15 agências evangélicas filiadas à Associação de Missões Transculturais Brasileiras.
A missão possui voluntários que fazem ações de ensino, assistência social e treinamento de lideres indígenas.
Segundo os detalhes da pesquisa censitária, a maioria dos índios evangélicos é ligada à igreja Assembleia de Deus, ou seja, 31% ou 64.620 pessoas. Em segundo lugar vêm os batistas, com 17%, cerca de 35,5 mil pessoas.
Já o percentual de católicos indígenas caiu de 59% para 50,5% na última década.

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Lição 5 - As aflições da viuvez


Lição 5: As aflições da viuvez
Data: 29 de Julho de 2012

TEXTO ÁUREO


Honra as viúvas que verdadeiramente são viúvas(1 Tm 5.3).

VERDADE PRÁTICA


Apesar da dor e das dificuldades próprias da viuvez, esperar e orar são atitudes que honram ao Senhor.

HINOS SUGERIDOS


458, 460, 474.

LEITURA DIÁRIA


Segunda - 1 Tm 5.3
Honra as verdadeiramente viúvas


Terça - 1 Tm 5.14
Recomenda-se que a viúva jovem se case


Quarta - Lc 2.36-38
Uma viúva de fé


Quinta - 1 Rs 17.8-24
Uma viúva hospedeira e trabalhadora


Sexta - 1 Tm 5.16
Um apelo à liderança e aos crentes


Sábado - Tg 1.27
A religião pura e imaculada

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Lucas 2.35-38; Tiago 1.27.

Lucas 2
35 - (e uma espada trás passará também a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.
36 - E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade,
37 - e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.
38 - E, sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém.

Tiago 1
27 - A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo.

INTERAÇÃO


A viuvez é um estado social que abarca milhares de pessoas. É um processo natural da vida humana. Algumas pessoas lidam bem com esta nova realidade, mas outras têm a insegurança existencial que paralisam a sociabilidade e a espiritualidade da vida. Quando o cônjuge perde a sua companheira (ou o companheiro), significa o rompimento do ciclo de um convívio íntimo, intenso e profundo. Por isso que, quando a viuvez chegar, a pessoa enfrentará a dor, a solidão e a saudade do cônjuge que se foi. Para ajudar o irmão ou a irmã no estado da viuvez, temos a Palavra de Deus, a igreja local e a família para darem pleno apoio, consolo e carinho. Que haja amparo ao viúvo e a viúva na Casa do Senhor!

OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Conceituar o estado da viuvez.
  • Descrever exemplos bíblicos de viuvez.
  • Destacar o aspecto social da viuvez.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA


Prezado professor, para introduzir o tópico II da lição, peça aos alunos que tomem notas dos seguintes versículos: Dt 24.19; 26.12,13; Is 1.17; 1 Tm 5.16; Tg 1.27.
Peça a eles para fazerem a leitura dos respectivos textos. Em seguida, destaque como o Antigo Testamento (Dt 24.19; 26.12,13; Sl 67.6; Is 1.17) e o Novo Testamento (1 Tm 5.16; Tg 1.27) tratam da responsabilidade do Corpo de Cristo em relação às pessoas viúvas. Conclua o tópico dizendo que o aspecto social da vida de uma pessoa pode, significativamente, ser alterado com o estado da viuvez. Por isso, segundo as Escrituras, a igreja local não pode, em hipótese alguma, desobedecer a Palavra de Deus desamparando quem de fato é viúva ou viúvo. Boa aula!

COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Viuvez: Estado de viúvo ou viúva; sentimento de desamparo, privação e solidão.

Além da morte, a Palavra de Deus trata com detalhes o tema da viuvez. Longe de ser um assunto simples, veremos que a viuvez, caso não seja devidamente tratada, pode trazer sérios problemas sociais, emocionais e espirituais. O estado de viuvez traz sofrimento à família inteira, pois uma nova realidade financeira, psicológica e espiritual delineia-se para o lar que perde o seu provedor. Diante dessa realidade, encontramos na Palavra de Deus o importante papel que a igreja local deve desempenhar a fim de ajudar o irmão ou a irmã em Cristo, junto à sua família, a superar o período doloroso da viuvez.

I. O CONCEITO DE VIUVEZ

1. Definição. A viuvez é o estado social e psicológico de um cônjuge quando da morte do outro. Assim, viúva é a mulher cujo esposo faleceu e, no entanto, não voltou a contrair novas núpcias. Tal princípio é o mesmo em relação ao homem. O ponto mais problemático desse estado é superar a solidão que, advinda do processo do luto, pode comprometer a vida da viúva ou do viúvo. Exortam-nos as Sagradas Escrituras, porém, a não entregarmo-nos ao desespero, pois o Senhor cuida dos seus (Sl 146.9).
2. Exemplos nas Escrituras. Na Bíblia Sagrada, dois exemplos de superação da viuvez são dignos de menção:
a) A profetisa Ana. A Palavra de Deus descreve uma mulher que passara pelo vale da viuvez e que, no entanto, jamais se entregou à inércia por causa de sua condição. A profetisa Ana, filha de Fenuel, da tribo de Aser, mesmo com idade avançada, decidiu não se afastar do Templo (Lc 2.36,37). Ela serviu ao Senhor dia e noite. E de coração grato, buscava ao Eterno com oração e jejuns. Buscar constantemente a Deus, a exemplo de Ana, é o melhor procedimento para superar a dor da viuvez.
b) A viúva de Sarepta. Dizem as Escrituras que o Senhor escolheu a viúva de Sarepta para servir ao profeta Elias por um tempo determinado (Lc 4.25,26). Em 1 Reis 17, o profeta se preparava para exercer uma tarefa de proporção nacional. O que chama atenção do leitor nesse texto é a perseverança dessa viúva. De condições sociais precárias, ela se dispôs a abrigar um profeta perseguido por Acabe, Rei de Israel. A mulher de Sarepta não se abateu pelo fato de ser viúva, antes glorificou ao Senhor ao servir o profeta do Altíssimo. Esse é o propósito divino para a mulher ou o homem que se encontra na mesma condição: servir e honrar a Deus independentemente das circunstâncias (Mc 12.41-44; 1 Tm 5.5).


SINOPSE DO TÓPICO (I)

O conceito da viuvez se aplica quando do estado social e psicológico do cônjuge que sofre a perda do outro.

II. O ASPECTO SOCIAL DA VIUVEZ

1. O desamparo na viuvez. A viúva ou o viúvo no Senhor deve servi-lo ainda que a sua condição não seja das melhores. Não obstante, a Bíblia ensina-nos que devemos auxiliar a pessoa que se encontra em dificuldades por causa da situação de viuvez (1 Tm 5.16). O Corpo de Cristo não pode se omitir diante de tais circunstâncias. Todos, indistintamente, e a partir da liderança, devemos ampará-los (At 6.1-7).
2. O amparo da Igreja. Muitos são os textos bíblicos que chamam a atenção da igreja local para atuar socialmente junto às viúvas (Dt 24.19; 26.12,13; Sl 67.6; Is 1.17; 1 Tm 5.16). Mas dois textos chamam-nos a atenção no cuidado às viúvas. No primeiro, o profeta diz: “Não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente o mal cada um contra o seu irmão, no seu coração” (Zc 7.10). E no segundo, o apóstolo Paulo fala ao líder: “Honra as viúvas que verdadeiramente são viúvas” (1 Tm 5.3). Aprendemos, portanto, pela Palavra de Deus, que as viúvas que se enquadram no que preceitua as Escrituras (1 Tm 5.5) devem ser honradas na Casa do Senhor. Tal amparo não pode ser apenas de palavras, mas de ação social, psicológica e espiritual.


SINOPSE DO TÓPICO (II)

O estado existencial da viuvez denota o desamparo social da viúva. Logo, a igreja local tem a função de ampará-la nesse processo.


CONCLUSÃO

“A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações” (Tg 1.27). Com essas palavras, Tiago, o irmão do Senhor, retrata exatamente o que Deus espera de nós, igreja. As viúvas devem ser atendidas em suas necessidades, pois “a fé sem obras é morta” (Tg 2.14-17). Por outro lado, os viúvos jamais devem se entregar à solidão e ao isolamento, mas viverem a vida que é o dom perfeito de Deus. Assim, servirão e honrarão ao Senhor como fizeram os santos do passado.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed., RJ: CPAD, 2009.

EXERCÍCIOS


1. Segundo a lição, defina viuvez.
R. A viuvez é o estado social e psicológico de um cônjuge quando da morte do outro. Assim, viúva é a mulher cujo esposo faleceu e, no entanto, não voltou a contrair novas núpcias. Tal princípio é o mesmo em relação ao homem.

2. Que problemas sérios podem se desenvolver na vida do viúvo?
R. 2. É superar a solidão que, advinda do luto, pode comprometer a vida da viúva ou do viúvo.

3. Cite exemplos bíblicos de superação da viuvez.
R. A profetisa Ana e a viúva de Sarepta.

4. De acordo com a lição, qual é o melhor procedimento para superar a dor da viuvez?
R. A viúva ou o viúvo no Senhor deve servi-lo ainda que a sua condição não seja das melhores.

5. Como deve proceder o viúvo cristão?
R. Os viúvos jamais devem se entregar à solidão e ao isolamento, mas viverem a vida que é o dom de Deus.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I


Subsídio Teológico

“Viúva
A Bíblia apresenta a viúva como uma pessoa necessitada em termos de proteção e sustento, e que deve ser honrada e respeitada. Desse modo, a cidade de Jerusalém, destruída, é apresentada como uma viúva. ‘Como se acha solitária aquela cidade... Tornou-se como viúva...’ (Lm 1.1).
Sob a lei mosaica, o cuidado para com a viúva era considerado uma responsabilidade dos parentes, e era um dos deveres atribuídos ao filho mais velho, que recebia a primogenitura. Com relação a viúva casar-se outra vez, se não tivesse filhos, esperava-se que ela se casasse com o irmão ou com um parente próximo do seu falecido marido (Dt 25.5). Se alguém prejudicasse uma viúva ou um órfão, e esta pessoa, aflita, clamasse ao Senhor, Ele enviaria uma vingança rápida (Êx 22.22-24; Sl 146.9).
Na igreja cristã primitiva, o cuidado pelas viúvas recebeu uma pronta atenção quando ‘houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano’ (At 6.1). Sete diáconos foram escolhidos para cuidar desse importante assunto. Depois disso, uma atenção especial foi demonstrada no cuidado das viúvas: ‘Se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel’ (1 Tm 5.8)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed., RJ: CPAD, 2009, p.2024).

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Série bíblica de TV pretende apresentar as Escrituras para uma “nova geração”


O canal History Channel, como o nome indica, dedica-se a programas que contam um pouco da história da humanidade. Mas, apesar das críticas de muitos estudiosos, decidiu encomendar cinco episódios para uma minissérie intitulada “The Bible”.
Cada programa terá cerca de duas horas de duração e mostrará as histórias mais conhecidas das Escrituras, como o Dilúvio, o Êxodo, Daniel na cova dos leões e, claro, a vida de Cristo.
Os roteiros foram feitos por teólogos e estudiosos, que se basearam na chamada Nova Versão Internacional da Bíblia, por ser uma das mais aceitas pela comunidade cristã de todo o mundo.
As filmagens já foram iniciadas no Marrocos e estão sendo produzidas por Mark Burnett, que ficou conhecido por reality shows como “Survivor” e “The Voice”. Sua esposa Roma Downey, da série “O Toque de um Anjo” é a co-produtora.
Evangélico, Mark explica que esta não é apenas mais um trabalho em sua carreira. “A Bíblia é o texto sagrado que continua a me desafiar e inspirar. Estivemos trabalhando neste projeto durante os últimos dois anos. Entendemos humildemente que trata-se de uma oportunidade de dar a esta geração vida nova através das profundas histórias da Bíblia. Sabemos que a Bíblia dá significado e propósito para bilhões de pessoas em todo o mundo, e deverá despertar a curiosidade de alguns milhões de pessoas”, finalizou.
Ele lembra que filmes épicos como “Os 10 mandamentos” até hoje são exibidos nas TVs do mundo todo.
O elenco divulgado não traz nomes de artistas mundialmente conhecidos, mas Diogo Morgado é quem interpretará Jesus Cristo. Roma Downey, além de produzir, interpretará Maria, a mãe de Jesus.
Os programas devem ir ao ar apenas em 2013.
A adaptação de histórias bíblicas certamente atrairá um grande público. As produções do Historyu Channel promete utilizar o que há de mais moderno na computação gráfica, para criar os efeitos.
Para isso, foi fechado um acordo com a Lightworkers Media e a Hearst Entertainment & Syndication.
Nancy Dubuc, presidente e gerente-geral do History Channel, explica: “Não há dúvidas que A Bíblia é um dos livros mais importantes do mundo. Esta série vai trazer as histórias da Bíblia à vida para uma nova geração”. Falando sobre a opção por Burnett, ela comemora: “Ele é um contador de histórias surpreendente. Neste projeto, ele terá a capacidade de fazer o que esperamos que seja a ser maior audiência da história para nosso canal”.
Perguntada sobre como o canal lida com as críticas que as narrativas bíblicas não são consideradas “históricas” pela maioria dos historiadores, ela explica: “Estamos apenas contando as histórias que estão lá [na Bíblia]. Não estamos querendo examinar todos os detalhes e gerar o que os outros chamam de controvérsia.”
A abordagem dessa nova série não deve ter o mesmo tom de investigação dos últimos projetos religiosos exibidos no History Channel, incluindo o polêmico documentário de 2011, “A Verdadeira Face de Jesus?”.
O material já foi lançado no Salão Internacional de Produtos Cristãos, em Orlando, e chamou muita atenção mesmo antes de estar pronto.

Traduzido de Orlando Sentinel

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Tragédia na estreia de “Batman” gera debate sobre Deus


 O massacre ocorrido em um cinema da cidade de Aurora, Colorado, foi realizado por James Holmes, 24, deixando 12 mortos e 50 feridos. Identificado pela polícia, ele não resistiu à prisão e contou que tinha explosivos em sua casa.
O atirador invadiu uma sala de cinema na estreia do filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge”, lançou uma bomba de gás lacrimogêneo e efetuou os disparos contra os presentes.
Um dos assuntos mais comentados do dia, gerou repercussões entre lideranças políticas e religiosas.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que se trata de uma “tragédia nacional”. Em plena campanha presidencial na Flórida, ele cancelou seus compromissos e afirmou “hoje não é dia de política, mas de orações e reflexão”. Ainda segundo o presidente, essa demonstração de violência é “maligna e sem sentido”.
Além de Obama, o vice-presidente Joseph Biden, e a primeira-dama, Michelle Obama, também cancelaram seus compromissos de campanha.
O adversário de Obama nas eleições presidenciais, Mitt Romney, que é mórmon também falou sobre a necessidade de se pensar em Deus em momentos como esse. Em nota, declarou: “Estamos orando pelas famílias e os entes queridos das vítimas durante este tempo de choque e profunda tristeza.”
Vários pastores usaram as redes sociais para se manifestar e a hashtag #prayers [#orações] foi uma das mais usadas nos comentários.
O Pastor Ed Young, da Igreja Fellowship em Grapevine, Texas, tuitou: “Por favor, orem pelas famílias das vítimas e os feridos na tragédia de ontem à noite em Aurora…”.
O congressista republicano do Texas Louie Gohmert, foi um dos mais enfáticos. Durante uma entrevista a uma rádio ele classificou o evento como o resultado de “ataques contínuos contra as crenças judaico-cristãs”.
Gohmert sugeriu que os tiros eram mais “um ato terrorista” e que poderiam ter sido evitados se o país desse maior valor a Deus. “As pessoas perguntam… onde estava Deus em tudo isso? Nós o tiramos das salas de aula e se as pessoas querem usar o nome de Deus em lugares públicos, podem acabar presas… Onde estava Deus? Bem, o que nós fizemos com Deus? Dizemos que não o queremos perto de nós. Mas eu gostaria de ter sempre presente a sua mão protetora”.
Jack e Becca Dowling são casados e fazem parte de uma equipe de capelães da Associação Evangelística Billy Graham. Eles foram procurar parentes das vítimas do tiroteio no cinema. “É um ministério de presença”, diz ele. É a habilidade espiritual do estar no local onde as pessoas podem confiar em você, orar com você ou, o mais valioso, abrir-se sobre seu medo e tristeza para você.
Dowling foi policial antes de ser missionário e diz que está acostumado com esse tipo de situação. Para ele, só Deus pode trazer consolo nas tragédias, mas como capelão ele faz a sua parte.

Com informações de Huffington Post, Christian Post e Religion News


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Lição 04 - SUPERANDO OS TRAUMAS DA VIOLÊNCIA SOCIAL

 
Prof. José Roberto A. Barbosa
Texto Áureo: Gn. 6.11 – Leitura Bíblica: Gn. 6.5-12
 


INTRODUÇÃO
Um dos problemas sociais mais sérios da sociedade, e que não é recente, é a violência. A Bíblia fala de violência e orienta os cristãos a responderem a essa dura realidade. Na aula de hoje, estudaremos a esse respeito, inicialmente, definiremos violência, tanto da perspectiva sociológica quanto bíblica. Posteriormente, avaliaremos a violência à luz da Bíblia, e final, mostraremos encaminhamentos espirituais para a superação da violência.

1. DEFINIÇÃO DE VIOLÊNCIA
A violência, de acordo com a perspectiva sociológica, é um comportamento que causa algum tipo de dano físico ou moral às pessoas. O termo vem do latim vis, que tem a ver com força, por conseguinte, a violência é sempre um ato de força extrema, uma agressão de alguém que se coloca impositivamente sobre o outro. A violência se concretiza de maneiras diversas, através de assassinatos, mortes, agressões, sejam elas verbais ou físicas ou econômicas. Dentro da abordagem relativista, a violência é relativa, isto porque não há absolutos. Sendo assim, um comportamento considerado violento em uma sociedade pode não ser em outra. Na Bíblia, a violência é um conceito que está relacionado ao pecado, que não é relativo. Em hebraico, o termo é hamas que diz respeito à impiedade do ser humano contra outro e contra Deus (Gn. 6.11). No Antigo Testamento a violência toma a forma através de assassinatos (Gn. 49.5) e da pressão psicológica (Sl. 35.11,12). A violência é resultado do pecado, já que os seres humanos perderam o respeito pela vida e se distanciaram de Deus (Jr. 13.22; Ez. 7.11; Is. 59.6; Jr. 6.7). No Novo Testamento, o substantivo grego bia significa violência e força. Há uma passagem bíblica em At. 5.26 em que essa palavra aparece no contexto da violência político-religiosa. É nesse contexto que Paulo foi vítima de perseguição e violência por seguir a Cristo (At. 21.35). Existem poucas referências bíblicas à violência no Novo Testamento, tendo em vista que a mensagem de Cristo é de paz, não de agressão, ainda que Ele tenha sido vítima da violência social.

2. A VIOLÊNCIA NA BÍBLIA
Na Bíblia, a violência tem sua origem na Queda de Adão e Eva, quando esses decidiram trilhar caminho próprio, ao invés de irem após a orientação divina (Gn. 3.4-24; 6.5). Após a Queda, os filhos de Adão e Eva perderam o respeito pela vida, Caim, com inveja do seu irmão Abel, o assassinou (Gn. 4.3,4). Lameque retrata a condição atual humana decaída, pois, além de matar dois homens, ainda se vangloriou do seu feito (Gn. 4.23). A expansão da violência foi tamanha na antiguidade que, de acordo com o relato de Gn. 6, Deus precisou punir a humanidade, salvando apenas a família de Noé (Gn. 6.7). O Antigo Testamento está repleto de histórias de violência, o contexto das sociedades daquele tempo estava respaldado na guerra. Mas Deus não incentiva à violência, nem mesmo em relação “à vara” para a correção das crianças, criticada infundadamente, pois nada tem a ver com espancamento (Pv. 29.15). A Bíblia não aprova a violência contra crianças, cônjuges, idosos, ou de natureza sexual. Jesus se posicionou contra todo tipo de violência (Mt. 5.21-23; 7.1-5). A violência contra a mulher é reprovada na instrução de que o homem deve amar sua esposa como Cristo amou a Sua igreja (Cl. 3.19). A violência de pais contra filhos é censurada, já que esses são orientados a não irritá-los (Cl. 3.21). Os patrões não devem subverter os direitos dos seus empregados, pois isso é abuso, e também violência (Cl. 4.1). Na perspectiva bíblica, a violência tem raízes profundas, seus frutos são manifestos em palavras de ira e blasfêmias (Ef. 4.31,32), não condizentes com aqueles que expressam a fé em Cristo.

3. SUPERANDO OS TRAUMAS DA VIOLÊNCIA
Existem casos distintos de violência na sociedade, por isso, cada um deles deve ser tratado em suas especificidades. Há situações em que os cuidados de um psicólogo podem ser descartados, muito menos a orientação espiritual. A princípio, é preciso compreender os estágios pelo qual passa aqueles que foram vítimas da violência. O primeiro deles é o do impacto, caracterizado por choque, ansiedade e medo. O segundo é o da negação, a vítima tenta voltar à vida normal, negando a realidade. O terceiro é o processo, quando o sentimento da violência não pode mais ser reprimido. O quarto e último é o da integração, quando a vítima percebe que não é mais controlado pelo efeito da violência. Todos os dias pessoas são vitimas da violência social, crianças são abusadas sexualmente, mulheres são estupradas, outras agredidas pelos seus cônjuges e idosos são injuriados em diversos contextos. Existem diversas maneiras de evitar a violência social. Uma delas é a educação, os casos de violência costumam estar atrelados à falta de formação. Não por acaso, os bolsões de violência se encontram em contextos em que as pessoas foram privadas da ascensão educacional e econômica. As famílias também precisam ser protegidas, cada vez mais crianças e adolescentes têm acesso à violência, essa está se naturalizando. Os meios de comunicação em massa, inclusive os jogos eletrônicos, favorecem a violência. O uso de drogas está destruindo a juventude, o crack é uma substância que causa dependência imediata. Os efeitos das drogas não são apenas no organismo dos dependentes, mas na sociedade como um todo, causando um ciclo de destruição e criminalidade.

CONCLUSÃO
No contexto da violência social, a cultura da não-violência, que é bíblica, deve ser propagada, não apenas em palavras, mas também em atos (Mt. 5.38,39; Rm. 12.19). O perdão é o antídoto contra a violência, o agressor, principalmente aquele que assim age por ter sido vítima da violência, é descontruído diante do comportamento misericordioso (Mt. 5.38-48; Rm. 12.20,21). Todos aqueles que foram vitimas da violência social devem lembrar que Jesus também o foi, e que Ele reagiu com amor, repreendendo aqueles que cultivavam a violência (Mt. 26.52).

BIBLIOGRAFIA
BUTIGAN, K. BRUNO, P. Da violência à integridade. Sinodal: São Leopoldo, 2008.
COLLINS, G. Aconselhamento cristão. São Paulo: Vida Nova, 2004.
 
 

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Cientistas evangélicos comentam sobre a polêmica “Partícula de deus”


Os últimos dias foram momentos de extrema agitação na comunidade científica, tudo por causa do “bóson Higgs”, ou “partícula de Deus”, como está sendo popularmente chamada, e que s estudiosos estão considerando como “a maior descoberta científica dos últimos 40 anos”, após experiências realizadas em um acelerador de partículas (Large Hadron Collider – LHC) na Europa.

Após muitos pronunciamentos de instituições e autoridades científicas que colocaram e evidência os indícios que a bíblicas traz sobre a origem do universo, alguns cientistas evangélicos também se pronunciaram sobre o assunto. Um deles foi o Dr. Larry Vardiman, cintista, cristão que atua nas áreas de astrofísica e geofísica, minimizou a conotação religiosa que muitos deram ao tema, segundo ele a descoberta do bóson Higgs pode ser elucidativo ao ponto de esclarecer a versão bíblica da criação.

“É legítimo tentar entender como a massa, o espaço e o tempo se originaram, mas não se os processos que usamos explica a sua origem esquecem do Criador… A teoria do Big Bang diz que o universo começou como um ponto infinitesimal e se expandiu, criando espaço e massa bilhões de anos atrás, embora esta ideia possa parecer coerente com a descrição da criação de Gênesis 1:1, dizem que pode ter acontecido há bilhões de anos, enquanto a Bíblia diz que aconteceu em um dia de 24 horas, apenas alguns milhões de anos atrás.”, disse o Dr. Larry.

E argumentou, “A teoria também é apresentada como um evento natural, que não exigiu o envolvimento de Deus… Infelizmente, os cientistas que teriam as melhores condições para observarem a obra de Deus através de um microscópio ou de um telescópio, muitas vezes parecem ser os primeiros a negar que Ele é o Criador. Porque negam o Criador, eles não conseguem entender a explicação definitiva para o mundo que nos rodeia, mesmo que as Escrituras digam “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo são vistos claramente, sendo percebidos por meio das coisas que são feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles fiquem inescusáveis.” (Romanos 1:20).”.

Outro a se posicionar sobre o assunto foi o Dr. Jeff Miller, que é escritor e apologeta, que afirmou que a descoberta não prova nada. “Note-se que sem a existência desta partícula, os teóricos do Big Bang reconhecem que o Universo não podia sequer ter se formado após o Big Bang. A comprovação de sua existência não irá provar que o Universo se formou como diz a Teoria do Big Bang… Sua existência não prova que a matéria existe desde sempre ou pode trazer à existência tudo a partir do nada… E sua existência certamente não prova que as leis científicas que regem o Universo poderiam ser escritas sozinhas.”

E finalizou, “No entanto, sem a existência da partícula, os teóricos sabem que o Big Bang não poderia acontecer. Logo, a descoberta de sua existência não iria provar nada no final, mas apenas permitir que os evolucionistas possam atravessar um dos muitos abismos que ficam no caminho de sua teoria… a criação ainda se destaca como a explicação mais lógica para a origem do Universo, pois é o modelo que corresponde a evidência científica”.

Fonte: Gospel+


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Lição 03 - A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO

 
Texto Áureo: Fp. 1.21 – Leitura Bíblica: 1 Co. 15.51-57

Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
Há um provérbio popular que diz: “só existem duas certezas na vida, a morte e os impostos”. Essa é uma verdade, mas nem todos sabem lidar com elas, principalmente com a morte, tema da lição de hoje. Por isso, nesta aula, mostraremos o que a Bíblia diz a respeito da morte, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Ao final, destacaremos como o cristão verdadeiro se coloca diante da morte.

1. A MORTE NO ANTIGO TESTAMENTO
No Antigo Testamento, a palavra sheol é o termo mais usado – 65 vezes – para se referir à morte. Mas nem sempre ela é traduzida dessa forma, há contextos em que a melhor versão é “inferno” ou “sepultura”. Apenas algumas passagens do Antigo Testamento se referem à consciência da vida depois da morte, bem como à possibilidade de ressurreição. Essa incerteza pode ser expressa na pergunta de Jó: morrendo o homem, tornará ele a viver? (Jó. 14.14). Ainda que, esse mesmo patriarca, demonstre, em outro momento, sua esperança em relação à ressurreição (Jó. 19.25). Em geral, os judeus tinham a convicção de que, após a morte, seriam reunidos aos seus antepassados (Gn. 15.15). O autor do Salmo 73, versículos 23 a 25, expressa seu desejo de estar eternamente na presença de Deus. No Salmo 49, no versículo 15, o escritor sacro demonstra sua fé na ressurreição: “Mas Deus remirá a minha alma do poder do Sheol, pois me receberá”. A revelação mais explícita da imortalidade, e especificamente da ressurreição, se encontra em Dn. 12.2: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”. O fato da doutrina da imortalidade e da consciência após a morte não ser facilmente identificada no Antigo Testamento não quer dizer que essa não seja uma realidade. Tal revelação não fora dada plenamente aos judeus, assim como a da trindade, apenas no Novo Testamento essas doutrinas são descortinadas através de Jesus Cristo (2 Tm. 1.10).

2. A MORTE NO NOVO TESTAMENTO
No Novo Testamento, a palavra grega para morte é hades, equivalente da palavra hebraica sheol. Jesus revelou que o hades tinha dois compartimentos, um destinado ao crente e outro ao descrente (Lc. 16.23-26). Naquele lugar as pessoas estão conscientes (Lc. 16.24), e uma vez ali, seu futuro está determinado (Lc. 16.26, 28), não havendo possibilidade para remissão de pecados por intercessão ou reencarnação (Hb. 9.27). Jesus revela que as pessoas somente podem ter acesso à vida eterna através de Moisés e dos profetas, isto é, da mensagem bíblica (Lc. 16.31). Diante de tal mensagem, o cristão não se atemoriza diante da morte, pois, tal como Paulo, sabe que ao se ausentar deste corpo, estará na presença do Senhor (2 Co. 5.8). Nada há para temer, nem mesmo aqueles que matam o corpo, pois nada podem fazer contra a alma (Mt. 10.28). Cristo é aquele que derrotou a morte, libertando os seus servos do temor da morte (Hb. 2.14,15). Por esse motivo, morrer, na cosmovisão neotestamentária, é estar com Cristo (Jo. 13.36), ir ao paraíso (Lc. 23.43). Sendo assim, não há o que temer, pois estar com Cristo é consideravelmente melhor (Fp. 1.23). Na verdade, felizes são aqueles que morrem no Senhor, pois descansarão das suas fadigas (Ap. 14.13). O culto ao corpo, e o pavor diante da morte é resultado de uma sociedade moderna, vítima da obsessão pela beleza e longevidade. O cristão, diferentemente dos demais, é consciente que quando essa habitação temporária for desfeita, ele tem, da parte de Deus, uma habitação eterna (Jo. 14.2,3; 2 Co. 5.1).

3. O VERDADEIRO CRISTÃO DIANTE DA MORTE
Paulo passou pela experiência de estar diante da morte, e tinha consciência dessa realidade (2 Tm. 4.6). Mas não perdeu a esperança, tendo em vista que, assim como o autor da Epístola aos Hebreus, estava ancorado nas promessas de Jesus (Hb. 6.19,20). O pensamento moderno fica apreensivo diante da morte, para alguns filósofos, o ser humano foi criado para a morte, para outros, ela não passa de um absurdo, algo sem significado. Mas o verdadeiro cristão não se apavora diante da morte, pois ele sabe que essa foi vencida através de Cristo no calvário (1 Co. 15.55). Ele não vive como os demais que não têm esperança, antes aguarda a volta de Jesus para arrebatar a sua igreja (1 Ts. 4.13-17). Naquela ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro com um corpo incorruptível (1 Co. 15.42-44). Quando isso acontecer, como Jesus dará aos seus um corpo espiritual (Lc. 24.39), semelhantes ao dEle (1 Jo. 3.2). Isso acontecerá porque carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus (1 Co. 15.50). A Jerusalém Celestial espera os crentes, um dia essa ordem criada terá um fim (2 Pe. 3.7-13), então, descerá dos céus a cidade do Rei Jesus (Ap. 21). Naquela cidade não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, nem templo, nem sol e luz (Ap. 21.4,5,22,23; 22.5). O verdadeiro cristão não teme a morte, pois é um passageiro na terra, sua cidadania é do céu (Fp. 3.20). Ele está com Cristo, que e a Ressurreição e a Vida, por isso, não morrerá (Jo. 11.25,26).

CONCLUSÃO
O homem moderno se angustia diante da morte, mas não o verdadeiro cristão, pois a Palavra revela que essa é preciosa aos olhos do Senhor (Sl. 116.15), por isso, aqueles que morrem no Senhor são considerados bem-aventurados (Ap. 14.13). Todos os que têm essa segurança sabem que nada os separará do amor de Deus, nem mesmo a morte (Rm. 8.35-39). A mensagem do evangelho é de esperança e conforto, pois Cristo morreu e ressuscitou, essa verdade é motivo de consolação para o cristão diante da morte (1 Ts. 4.17; 5.11).

BIBLIOGRAFIA
LUTZER, E. Um minuto depois da morte. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2011.
TADA, J. E. Céu: nosso verdadeiro lar. São Paulo: Shedd Publicações, 2006.

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Lição 02 - A ENFERMIDADE NA VIDA DO CRENTE

 
Texto Áureo: Sl. 41.3 – Leitura Bíblica: Is. 38.1-8

Prof. José Roberto A. Barbosa


INTRODUÇÃO
Associada à teologia da ganância está a da saúde, que defende a blindagem dos supercrentes contra as enfermidades. Para seus adeptos, a enfermidade é resultante de pecado ou falta de fé. Na aula de hoje, estudaremos a esse respeito, definiremos enfermidade à luz da Bíblia, em seguida, mostraremos que Deus tem poder para curar, mas que nem sempre isso acontece, por isso, apontaremos o caminho para a maturidade espiritual diante da enfermidade.

1. DEFININDO ENFERMIDADE
Em hebraico, o verbo halâ descreve uma pessoa em situação de fragilidade, especialmente de doença. O substantivo está associado a uma praga, com destaque para as doenças de pele, cujo regulamento se encontra em Lv. 13,14. No grego do Novo Testamento, o verbo astheneia significa fraqueza, mas também pode ser usado para se referir às fragilidades físicas. O substantivo nossos é o termo mais usado, e diz respeito à doença, muitas delas curadas por Jesus (Mt. 4.24), em cumprimento às profecias de Is. 53.4, de acordo com Mt. 8.17. Jesus também deu aos Seus discípulos a autoridade para curar as enfermidades (Lc. 19.1), muitas delas narradas por Lucas em Atos (At. 19.11). Na teologia bíblica veterotestamentária, a enfermidade é considerada uma das maiores provações, basta considerarmos a avaliação dos amigos de Jó (Jo. 2.4,7). As pessoas vitimadas pela enfermidade, na cultura judaica, eram tratadas com desdém. Por isso, os judeus temiam as enfermidades, dentre elas, a lepra (Nm. 12.12-16; 2 Rs. 7.3; 2 Cr. 26.19-21), tumores (1 Sm. 5.6; 2 Sm. 24.11,15), tuberculoses e febres (Dt. 28.22; Sl. 91.5) e varíola (Ex. 9.8-12), bem como as doenças mentais (1 Sm. 19.8; Dn. 4.26-30). Dentro daquela cultura, a enfermidade costumava ser atrelada ao pecado (Sl. 38.3,18; 2 Cr. 21.12-20). No Novo Testamento, Jesus se mostra condescendente com os enfermos (Mt. 4.23,24). A relação entre enfermidade e pecado, assumida pelos amigos de Jó, e comum na cultura judaica, foi questionada por Jesus (Jo. 9,2,3). Ao invés de evitar os enfermos, a igreja de Jesus Cristo, tal como Ele mesmo fez com os leprosos (Mc. 1.40-45), deva se compadecer com aqueles que sofrem enfermidades (1 Co. 12.26). Ninguém tem autoridade para julgar os outros por causa da enfermidade, suas origens são diversas: quebra de leis da natureza, trabalho excessivo, acidentes, preocupação, ansiedade e hereditariedade, todas elas com a permissão de Deus (Jó. 1.8-12; Gl. 4.3; 2 Co. 12.5-10).

2. O SENHOR CURA OS ENFERMOS
O Senhor cura os enfermos, através de múltiplos métodos, dentre eles, a natureza e a medicina. É importante ressaltar que Jesus não condena aqueles que procuram o auxílio médico, na verdade, os doentes devem procurá-lo (Mt. 9.10-12). Ele não censurou a mulher que sofria de fluxo de sangue por ter consultado médicos (Lc. 8.43-48). Paulo, ainda que tivesse o dom de curar os enfermos, era acompanhado por Lucas, o médico amado em suas viagens (2 Tm 4.11). Quando necessário, o cristão deve procurar, com confiança em Deus, os cuidados médicos. A fé em Deus, evidentemente, pode levar à cura, pois Jesus, em certas circunstâncias, deseja curar (Mt. 8.2,3). O Antigo Testamento está repleto de promessas de cura divina (Is. 53.4,5; Sl. 105.37; 107.20), Deus é revelado como o Jeová-Rafá, o Senhor que cura (Ex. 15.26). O ministério de Jesus, conforme descrito nos evangelhos, foi confirmado através das curas (Mt. 4.23; 8.16,17; 10.1). A igreja do Senhor, nos dias atuais, deva orar pela cura dos enfermos, impondo as mãos sobre eles (Mc. 16.18), exercitando o dom da fé e de curas (1 Co. 12.9). A cura é um dos sinais que seguirão aos que creem, mas não deve ser o ponto principal do ministério cristão, a salvação das almas, isto é, a pregação do Reino de Deus (Lc. 9.2; Mt. 10.8). Ao longo de Atos, acompanhamos vários casos de curas divinas, dentre elas, a cura de um coxo que mendigava à porta Formosa do templo (At. 3.6-10), e de um varão que se encontrava em Listra, por ocasião de uma viagem missionária de Paulo (At. 14.10). A oração pelos enfermos é recomenda por Tiago, orientando inclusive que esses sejam ungidos com azeite em nome do Senhor (Tg. 5.14-16).

3. MAS NEM SEMPRE
Mas nem sempre os enfermos são curados, e isso acontece porque Deus é soberano. Enquanto a cura não vem, cabe à igreja compreender e ministrar com amor aos enfermos. Os membros da igreja precisam estar cientes das angustias pelas quais passa a pessoa enferma. A principal delas é a situação de perda de controle, principalmente quando se trata de uma enfermidade de tratamento difícil. Em uma sociedade que privilegia a saúde, o enfermo fica deslocado, sente-se como alguém descartável. O cuidado da igreja é um diferencial, pois reforça o valor da dignidade humana, mesmo que esta se encontre enferma. Em alguns caos, a enfermidade pode levar ao desespero, mesmo os fiéis podem ser acometidos por momentos de desequilíbrio (2 Co. 1.8). Por isso, o enfermo, bem como as pessoas que estão ao seu redor, ao invés de criticá-lo, precisa compreendê-lo. O momento mais produtivo na vida dos amigos de Jó foi aquele em que estiveram calados, lamentando o sofrimento com o patriarca, erraram quando começaram a falar (Jó. 2.11-13). O melhor é levar a pessoa a entender que estamos em um mundo que geme (Rm. 8.20-23), por isso, podemos enfermar como qualquer pessoa, os crentes em Jesus não estão imunes às aflições do tempo presente. Mas não podemos perder a esperança, pois ainda que o homem interior se corrompa, o interior se renova (2 Co. 4.16; 5.4; Fp. 3.21,22). A cura dos enfermos na atualidade está no campo da soberania de Deus, trata-se de um sinal do dia da ressurreição dos mortos. Mesmo aqueles que são curados adoecem e morrem. Os desígnios de Deus vão além do que imaginamos, mais importante do que a cura física é a vida eterna em Cristo. Enquanto a cura não chega, o cristão deve vislumbrar a presença de Deus no tempo presente e na eternidade (Hb. 13.5).

CONCLUSÃO
A Palavra de Deus nos garante a possibilidade da cura, mas não que essa aconteça. A igreja deve orar pelos enfermos, mas saber que esta se encontra debaixo da soberania de Deus. Enquanto a cura não vem, ao invés de isolar o enfermo, a igreja precisa atuar, orando e auxiliando. Palavras de conforto e confiança ajudam, pois, apesar da dor, temos certeza que as aflições do tempo presente não se comparam com a glória que em nós será revelada (Rm. 8.18).

BIBLIOGRAFIA
DUNN, R.  Por que Deus não me cura? São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
JOHNSON, B. Como receber a cura divina. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.


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